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Orla da Floresta Proibida

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Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Alexia R. Watsgrint em Ter 06 Mar 2012, 17:01

Relembrando a primeira mensagem :

Floresta Proibida


Última edição por Alexia R. Watsgrint em Qui 19 Mar 2015, 15:22, editado 1 vez(es)
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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Lucca Van Razorback em Dom 09 Nov 2014, 17:03



The Death Eater
Fiquei parado por alguns instantes, os dois jovens se armavam e iluminavam o ambiente... Continuei com a cabeça abaixada, até que um garoto audacioso e completamente despercebido me intimou. Calmamente, respondi - Lufano ? Que imaginação infeliz. - Retirei o capuz, enquanto a garota, mais inteligente, sussurrava algumas coisas para seu amigo, provavelmente esclarecendo que eu não era Aluno de Hogwarts.

Comecei a encara-la quando a mesma questionou sobre minha identidade, sorri de canto, usando desta vez minha voz habitual - Não vão querer saber minha identidade, só precisam saber que eu não sou um "cidadão exemplar" - Completei a fala sarcasticamente, apontando minha Varinha para o menino. - Não acredito que me achou com cara de Lufa-Lufa... Mobilicorpus ! - Direcionei o Feitiço na criança, com o intuito de levita-lo a um metro do chão, e em seguida, prende-la contra uma árvore. Somente por distração, e talvez porque tenha me sentido um tanto ofendido





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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Nicklaus B. Sommers em Dom 09 Nov 2014, 19:31

Principe em perigo



- Mobilicorpus !- Falou e senti meu corpo ser jogado para tras, deixei minha varinha cair ao bater com as costas na arvore, Marie arregalou os olhos, naquele momento uma raiva subiu a minha cabeça, meus olhos e dentes ja estavam prestes a sair, mas caso mostrasse meu verdadeiro eu aquela pessoa, podia ser ruim para mim.

Olhei para Marie, ela estava completamente imovel, em questao de minutos Dylan iria aparecer e do jeito que era medroso iria sair correndo ao ver a cena, tentei me mover mais nao conseguia de jeito algum, fiquei surpreso por ele se ofender tanto com minha confusao de casa, provavelmente ele seria sonserino para ter tanta arrogancia assim, acabei lembrando de mim mesmo naquele exato momento. - Estou esperando minha linda guarda costas me ajudar! - Falei olhando para Marie que estava parada vendo a cena.


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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Marie R. Stonkovick em Dom 09 Nov 2014, 20:07


Salvando a Princesa Loira



-Mobillicorpus – disse a “peste bulbonica”, acompanhei Klaus indo para cima e bater com suas costas na arvore, sua varinha caiu e eu fiz um “O” com a boca.

- Estou esperando minha linda guarda costas me ajudar! – disse Klaus na arvore, eu estava imóvel, vi tudo sem nem falar uma palavra.

Eu sorri com o linda, preparei minha varinha sem que o ser abominável percebesse, eu não podia errar o feitiço.

- Estupefaça – apontei minha varinha para o ser que prendia Klaus na arvore.

O vi voar para trás mas não sei se estava desacordado, Klaus caiu no chão e eu corri para ajuda-lo.

- Segunda vez que eu salvo a princesa loira – eu disse debochada – vou querer um premio por isso, quem sabe um troféu. – continuei a provocar após ajudar ele a levantar – man.. você pesa muito hein – ri e esperei alguma reação ou algum barulho.



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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Nicklaus B. Sommers em Dom 09 Nov 2014, 20:14

Musculos a mostrar!



- Segunda vez que eu salvo a princesa loira –Disse enquanto eu pegava minha varinha – vou querer um premio por isso, quem sabe um troféu. – Falou e logo pensei em lhe dar um beijo quando ela ja estava me ajudando a levantar – man.. você pesa muito hein – Falou me  ajudando a levanter, passei a mao nas vestes e lhe encarei com um sorriso no rosto.

- Sou pesado devido aos meus enormes musculos - Falei fazendo uma movimentaçao com os braços para mostrar meus adoraveis musculos. Marie falou mais alguma coisa, mas logo nos silenciamos ao ouvir barulhos se aproximando, talvez seria o comensal ou ele teria fugido e Dylan estivessse aparecendo nesse momento.


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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Lucca Van Razorback em Dom 09 Nov 2014, 20:32



The Death Eater
Eu fui jogado para poucos metros de distância, mas logo levantei, ainda com aquele sorrisinho sádico no rosto. Estava um tanto zonzo, porém, me recuperei rapidamente. - Nada mal pra uma Aluna... Logicamente que pode fazer melhor, com o incentivo certo... -  Empunhei minha Varinha novamente, observando o lindo jovem casal que finalmente estavam percebendo o perigo da situação.

Me movi vagarosamente até eles, para simular um clima de suspense, fiquei a poucos metros de distância mas pouco visível graças a escuridão, e logo, mirei novamente a Varinha em Nicklaus. - Nada pessoal garoto, eu realmente gosto de Alunos de Sonserina, mas a reação da sua amiga foi bem divertida, e vocês são as minhas únicas distrações em meses. - Engrossando o tom de voz, recitei - Sectumsempra ! - O Feitiço faria efeito em milésimos de segundo , abrindo cortes por todo o corpo dele e fazendo-o sangrar até a morte, sendo assim, a menina não teria tempo para me atazanar com seus ataques, só tempo pra tentar cura-lo... O que dificilmente daria certo.

Caso funcionasse como o planejado, me aproximaria das crianças, sussurrando - Se vocês quiserem eu o curo do Feitiço, mas um dos dois, terá que vir comigo, como cortesia... Para mim executar minha ideia de mandar um aviso pra essa Escola insignificante que insiste em entrar no caminho do Lord...





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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Marie R. Stonkovick em Dom 09 Nov 2014, 21:04


Just cure it



- Grandes músculos você tem – eu disse e ele continuava sorrindo. Mas o sorriso acabou assim que ouvimos mais barulhos.

Olhei em direção ao local onde havia estuporado o comensal e vi uma movimentação, e pensei “não podia simplesmente ir embora e parar de encher o saco”.

- Nada mal pra uma Aluna... Logicamente que pode fazer melhor, com o incentivo certo... – o comensal já estava há poucos metros de nos dois novamente, sorri ironicamente para o carinha de vestes escuras - Nada pessoal garoto, eu realmente gosto de Alunos de Sonserina, mas a reação da sua amiga foi bem divertida, e vocês são as minhas únicas distrações em meses. – ele engrossou a voz e disse -  Sectumsempra ! – na mesma hora olhei para tras e vi Klaus, com cortes se formando.

- Ai meu deus – me ajoelhei e pensei em alguma coisa para fazer, mas não havia aprendido aquele feitiço, tampouco o contra-feitiço – o que eu faço? o que eu faço?

- Se vocês quiserem eu o curo do Feitiço, mas um dos dois, terá que vir comigo, como cortesia... Para mim executar minha ideia de mandar um aviso pra essa Escola insignificante que insiste em entrar no caminho do Lord... – a voz daquela coisa já estava me irritando.

- Você devia se informar melhor de quem atravessa o caminho do seu Lord.. – eu intercalava minha atenção entre os dois – eu vou, se cura-lo agora. – eu disse ficando em pé – ANDA. REVERTA ISSO! Por favor cura isso.


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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Lucca Van Razorback em Dom 09 Nov 2014, 21:30



The Death Eater
O Feitiço funcionava maravilhosamente, e eu podia ver feridas se abrindo no corpo do garoto, com uma grande quantidade de sangue escorrendo... Sua amiga entrava em desespero , concordando imediatamente com minha condição para cura-lo, nunca imaginei que seria tão fácil se aproveitar de laços como esse. – Vulnera Sanentur... – Recitei devagar, apontando minha Varinha para ele... Este era o contra feitiço do Sectumsempra, que curava os ferimentos quase instantaneamente, apesar de que a fadiga causada pela dor ainda continuava por algum tempo.

Coloquei minha mão sobre o ombro da menina , dizendo – Te dou alguns segundos pra dizer adeus, não posso perder tempo, não estou afim de ser preso hoje... E se tentar qualquer coisa volto aqui e o mato no mesmo segundo. – Assim que ela se despedisse, usaria Aparatação movendo-nos até a entrada da Casa dos Gritos, um ótimo Esconderijo temporário.





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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Dylan R. Fuhrman em Seg 10 Nov 2014, 12:13

Amigo
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Adentrei na floresta proibida, meio atrasado, sabia que Nicklaus ia me matar antes mesmo de me ensinar a ser forte e corajoso. Conjurei o feitiço Lumus, para poder enxergar o que tinha a minha frente. Fui caminhando procurando por Nicklaus em qualquer lugar daquela floresta.

Aquela floresta era super assustadiora, estava implorando ja para que achasse o sonserino de uma vez por toda, continuei a caminhar pela imensa escuridao, so dava para ouvir os insetos e os galhos sendo quebrados pelos meus passos. Acabei tropeçando em algo, caindo de cara no chao, talvez um tronco ou qualquer coisa do tipo, me arrastei ate minha varinha e ao iluminar o que havia me feito cair dei de cara com Nicklaus caido no chao no meio da floresta. - Nicklaus o que houve? - Falei pondo a mao em seu braço vendo-o tentar se levantar e falar algo.






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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Nicklaus B. Sommers em Seg 10 Nov 2014, 12:53

Vingança



- Sectumsempra ! - Falou na mesma hora franzi a sobrancelha, não sabia o que ele havia dito, seria aquilo um feitiço que não havia sido ensinado ainda, pensei, mas antes de concluir, senti meu corpo todo doer e arder como se estivessem me cortando em vários pedaços, olhei para baixo e minhas vestes estavam cobertas por sangue, porem era meu próprio sangue, olhei para Marie com dor e cai no chão, lhe implorei com o olhar por ajuda, a corvina maravilhosa se aproximou de mim desesperada, pedindo para que o individuo me curasse.

O comensal, apenas me curaria se Marie fosse com ele aonde ele queria ir, tentei impedi-la de aceitar a proposta, tentei gritar seu nome, me mexer mas com toda aquela dor a unica coisa que podia fazer era uma maldita cara de dor. Marie aceitou e meu coraçao acelerou na mesma hora, queria impedi-la de qualquer jeito, mais nao estava conseguindo sem falar algo. O cara de vestes pretas se aproximou de mim e conjurou algo que nao ouvi ja que estava prestes a desmaiar, so senti meu sangue voltando para dentro de meu corpo, porem a dor continuava, me impedindo de me mover ou falar. Marie se aproximou de mim e se despediu, tentei segurar seu braço, mas estava tao fraco que nao consegui segura-la com força e acabou indo embora com ele.

Fiquei imovel sentindo dores por uns 20 minutos quando finalmente estava cessando, senti alguem chutar minha lateral e  cair ao meu lado, era Dylan, ele se desesperou como uma menininha ao me ver caído no chão, me ajudou a levantar e eu finalmente ja estava conseguindo me mover e falar. - Nicklaus o que houve? - Falou e lhe encarei, dei uns tapas em minha roupa que tinha ainda umas pequenas manchas de sangue,talvez que nao tenha voltado para meu corpo. - Levaram Marie! - Falei com um tom de odio na voz, Dylan pareceu nao entender nada, olhou para os lados a procura de alguem e log voltou a virar-se para mim. - Marie a corvina? E quem a levou? - perguntou meio que sem entender nada.

- Um comensal, eu nao consegui impedir - Falei com lagrimas nos olhos, preocupado se Marie estaria bem - Preciso de ajuda para resgata-la, imediatamente! - Falei me voltando a olhar para uma arvore inutil naquela floresta. Dylan parecia meio assustado mas se aproximou de mim e pôs uma de suas maos em meu ombro - Eu te ajudo! - Falou e logo me virei para ele, olhando-o dos pes a cabeça, neguei com a cabeça e me virei de volta para olhar para a arvore. - Assim, medroso e fracote nao rola Dylan! - Falei cerrando os punhos e voltei a me virar para o lufano que estava ao meu lado. - Eu jurei te contar antes de fazer, mas to sem tempo - Falei e Dyla fez uma cara sem entender nada, lhe pedi desculpas rapidamente e ele ja estava a ponto de perguntar o porque daquilo, mas sua voz foi cortada ao ver meus olhos ficarem escuros e meus dentes sairem.

Nao deu nem tempo de Dylan correr, o abraçei e cravei meus dentes em seu pescoço rapidamente, ouvi seus gritos ao meu lado, seu sangue era muito bom, mas mantive na cabeça meu objetivo, lhe soltei segundos depois, deixando-o cair no chao. Ele pôs as maos no pescoço que ainda sangrava um pouco. - O que voce fez comigo! - perguntou desesperado, me agachei ao seu lado, ele tentou correr mais o segurei pela gola de suas vestes. - Voce me pediu para ser forte e corajoso eu lhe transformei nisso - Meu tom de voz era de odio e raiva, por estar demorando demais para salvar Marie - Agora voce vai se alimentar de sangue enquanto eu irei pedir ajuda a Jack e Emily! - Falei o largando no chao, ele ainda estava assustado, mas parecia estar percebendo que eu realmente estava recisando de ajuda. - Voce é um vampiro Dylan, se alimente apenas de animais, se se alimentar de humanos, pode perder a noçao! - falei e me afastei dele mandando por ultimo que se alimentasse de um animal pequeno, para que sua sede passasse por um momento. Sai da floresta e fui direto a procura de Emily e Jack







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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Marie R. Stonkovick em Seg 10 Nov 2014, 13:16


Despedindo-me



– Te dou alguns segundos pra dizer adeus, não posso perder tempo, não estou afim de ser preso hoje... E se tentar qualquer coisa volto aqui e o mato no mesmo segundo. –disse o comensal após ter conjurado o contra feitiço em Klaus.

Passei a mão no rosto do sonserino, enquanto eu pensava no que fazer, se iria mesmo ou daria a louca e atacaria o comensal, mas pensei na ameça que ele fizera em voltar e matar Klaus, então tirei a ideia estupida de meus pensamentos

-Não se preocupe tá – eu disse bem baixinho para somente ele ouvir e via o esforço dele para impedir – eu vou ficar bem, eu sempre fico. Não faz nenhuma loucura tá, eu vou dar uma jeito de escapar.

Guardei minha varinha sem que o comensal visse e me inclinei e dei um beijo na testa de Nicklaus e me levantei e passei pelo comensal sem nem deixar transparecer um certo medo ou nervosismo. Assim deixamos a floresta.


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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Leonardo Swan em Seg 10 Nov 2014, 14:07


Floresta Proibida/Vampiros

Eu havia descoberto que Thomas, um amigo da lufa-lufa, era um vampiro e disse que daria umas dicas de como não ser visto todo cheio de sangue por alguém.

Quando cheguei mais perto da floresta percebi que o lufano já estava lá, adentramos na floresta e começamos a conversar sobre mais vampiros e se algum deles já havia sido pego ou algo do tipo, respondi que conhecia um vampiro da sonserina que havia sido visto cheio de sangue na floresta do acampamento, o nome dele é Nicklaus, a Milena, grifina, estava andando pela floresta e viu Klaus, eu descobri que ele era um vampiro e blá, blá, blá.

Continuamos caminhando quando vimos  sombra de alguém. -Lumos -Falei me aproximando um pouco mais. Percebi que era Dylan, que é da mesma casa que Thomas, ele parecia estar se alimentando de algum animal. O fitei por um tempo, já que parecia que o garoto não havia notado nossa presença e pergunto: -Dylan...você esta se alimentando de algum animal? -Poderia parecer estranho para uma pessoa qualquer, mas para mim não, pois conhecia Marie, Klaus e Thomas e todos eles se alimentavam de sangue. O garoto se virou meio surpreso e respondeu.

Legenda

Narração
Eu


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Última edição por Leonardo Van Heusen em Seg 10 Nov 2014, 15:00, editado 1 vez(es)



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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Dylan R. Fuhrman em Seg 10 Nov 2014, 14:26

Desespero
With: Leonardo; Wearing: Uniforme; Where: Floresta Proibida; When: Hoje



Vi Nicklaus saindo de perto, eu so pensava na palavra vampiro, nao sabia o que fazer, estava comecando a ficar em desespero, ouvi uns galhos quebrando e logo vi um pequeno animal proximo a mim, apenas olhando-o senti meus dentes sairem ficando ponteagudos, comecei a toca-los desesperadamente, minha vontade era atacar aquele animal a arrancar fora sua cabeça.

Acabou que a vontade foi mais forte, corri rapidamente atras do animal e o segurei cravando meus caninos em seu pescoço e comecei a sugar seu sangue, ouvi sui ganido de dor, mas apesar de muito querer solta-lo a vontade me impedia. Assim que acabei de sugar todo o sangue dele, deixei ele morto caido no chao, o olhei e pus a mao na cabela, pensando o que eu havia feito, o que Nicklaus havia feito comigo. Senti alguem iluminar minhas costas e me virei rapidamente para ver quem era. -Dylan...você esta se alimentando de algum animal? - Falou e na mesma hora me arrastei para atras

- Nao sei o que estou fazendo! Nicklaus me mordeu e agora eu sou sei la um Vampiro foi o que ele disse! - Falei desesperado e vi Leonardo se abaixando ficando na mesma altura que eu, eu realmente nao sabia o qie fazer, naquele momento nao sentia fome, mas sempre que sentir fome iria ter que matar um animal indefeso? Pensei enquanto Leonardo abria a boca para falar algo






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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Leonardo Swan em Seg 10 Nov 2014, 15:22


Floresta Proibida/Vampiros

-Não sei o que estou fazendo! Nicklaus me mordeu e agora eu sou sei la um Vampiro foi o que ele disse! -Era notável que Dylan estava desesperado. Me abaixei, ficando da mesma na altura do lufano, o fitei enquanto pensava no que dizer, pois sabia o quanto era difícil de repente ser mordido e alguém contar para você que agora era um vampiro.

-Bom...eu sei que é complicado entender tudo isso de uma vez só...talvez muito complicado,mas se Nicklaus te mordeu significa que você é um vampiro...acho que agora deve estar se perguntando se irá precisar matar animais toda vez que sentir fome. Fiz uma pequena pausa. -Sim, mas é melhor tomar cuidado. Só porquê o nome da floresta é "floresta proibida" não significa que alguns alunos venham aqui e acho que seria melhor ninguém descobrir que você é um vampiro agora. -Após dizer isso olhei para o céu e vi que já estava amanhecendo então voltei a olhar o lufano e disse. -É melhor você se limpar, está cheio de sangue. -O lufano limpou a boca ensaguentada nas vestes pretas e disse.

Legenda

Narração
Eu
Dylan


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Última edição por Leonardo Van Heusen em Seg 10 Nov 2014, 18:57, editado 1 vez(es)



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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Nicklaus B. Sommers em Seg 10 Nov 2014, 16:21

Vambora!



Adentrei na frente e Jack e Emily atras, caminhei seguindo cheiro de sangue de algum animal que provavelmente Dylan havia matado como eu havia pedido. Meus passos estavam bem apressados, meu coraçao nao se inquietava ate saber se Marie estava bem. Assim que cheguei ao local encontrei Leo e Thomas ao lado de Dylan que parecia ter parado de chorar naquele momento.

- Voce! Voce... - Falou vindo em minha direçao, lhe dei um soco e ele caiu no chao assustado, me agachei no mesmo instante e sussurrei em seu ouvido - Lhe explico tudo depois, agora é melhor ficar de bico calado se nao vai dar ruim para nois 2! - Falei e ele afirmou com a cabeça, ajudei ele a levantar e lhe dei um abraço como um pedido de desculpas, mas esse era meu jeito, tentava sair das complicacoes na porrada. - Achei que tinha um bicho no seu rosto, mil perdoes! - Falei e entao me virei para Leonardo e Thomas, Emily e Jack estavam meio pasmos com meu soco dado em Dylan, talvez Jack meio feliz, nem pensei em repara-lo.

- Leo e Thomas, Marie foi sequestrada, to aceitando ajuda! - Falei e os dois afirmaram com a cabeça que ajudariam - Otimo, agora vamos, nao podemos aparatar entao o unico jeito de sair de Hogwarts e pelo salgueiro! - Falei e todos confirmaram com a cabeça me virei e olhei Jack e Emily, lhes dei um sorriso meio falso, pois nao estava bem naquele momento. - Jack, proteja Emily de qualquer perigo! - Falei, Emily tentou mostrar que podia se defender sozinha, mas tampei sua boca e lhe dei um sorriso provocador e comecei a andar em direçao ao salgueiro com todos atras de mim.


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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Dylan R. Fuhrman em Seg 10 Nov 2014, 18:16

Soco amigavel?
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Respirei fundo e tentei manter a calma, pensei em como Leonardo sabia tanto sobre aquilo, talvez ele também seria um vampiro, pensei, mas antes que eu pudesse perguntar, vi Nicklaus voltando de onde tinha ido, me levantei estava a ponto de arrancar a cabeça dele fora. - Voce! Voce... - porem antes que eu pudesse terminar de falar senti sua mão na minha cara, ele havia me dado um soco. Cai no chão assustado estava prestes e me levantar e lhe dar um soco, mas ele se abaixou e sussurrou ao meu ouvido para nao fazer nada.

Me toquei que aquilo era para evitar que eu falasse sobre o que ele havia me feito. Ele me levantou e me deu um abraço, fiquei meio sem reçao, nunca imaginem Nicklaus abraçando alguem. - Achei que tinha um bicho no seu rosto, mil perdoes! - Falou debochado iria retrucar, mas acabei ficando com preguiça. Nicklaus entao nos guiou ate o salgueiro.






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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Robert S. Winchester em Qui 13 Nov 2014, 22:05



Encontro & Duelo


Eu aparatei em frente a enorme cachoeira, que escondia a caverna que dava acesso aos jardins de Salazar, onde meu basilisco se escondia, havia se passado mais tempo do que planejara para voltar ali e vê-lo, sem demorara mais iniciei minha caminhada, atravessando a cachoeira e adentrando na caverna oculta, embora tivesse atravessado ali apenas uma vez eu me lembrava do caminho perfeitamente, de modo que entrava e saia através de tuneis, sem medo algum de me perder em meio aquele labirinto de rochas escuras, após alguns minutos de caminhada eu cheguei ao corredor de mármore, que dava entrada para os jardins. Assim que atravessei o arco que dava nos jardins Circe, meu basilisco, já me aguardava de olhos fechados e cabeça curvada, sorri e me aproximei ainda mais.
- Seja bem-vindo meu mestre!
- Circe... – sorri - Cumpriu a ordem que lhe dei?
- Sim meu amado mestre!
- Ótimo... – embora não soubesse exatamente como aquilo me ajudaria, não conseguia parar de pensar que mandar Circe atacar outros vilarejos trouxas seria útil a mim, em meio a meus pensamentos Circe sibilou.
- Messstre! – a encarei – Deseja que eu continue a atacar vilarejos?
- Vilarejos? – questionei rapidamente – Nas proximidades da floresta existe apenas um vilarejo trouxa.
- Não falo do vilarejo próximo ao castelo messstre... – a encarei em silencio esperando uma explicação, a cobra pareceu compreender e continuou – Existe uma variedade de tuneis submersos meu messstre e eles levam a vários locais diferentes, vilarejos enormes...
- Mas e a demora da viagem até estes vilarejos?
- Nós, basiliscos, rastejamos bem rápido e dentro destes túneis aparentemente eu rastejo ainda mais rápido! – ela concluiu orgulhosa.
- Entendo... – olhei ao redor, por algum motivo aquele lugar parecia mas abafado do que a ultima vez que estive ali, talvez devido ao fato de que a primeira vez que tivesse estado ali fosse madrugada, cocei a cabeça e encarei a enorme serpente branca, um pouco de ar puro a ambos não faria mal nenhum – Circe, vamos para floresta! Concluiremos esta conversa lá fora!
No mesmo instante, sem um sussurro que fosse, o basilisco se remexeu e começou a rastejar pelo caminho que fizera minutos atrás, sempre atrás de mim, seguindo seu mestre, após algum tempo ambos atravessávamos a cachoeira, os raios de Sol iluminaram meu rosto, parecendo repor minhas energias, sorri e continuei caminhando até um tronco próximo, onde me sentei, Circe se enrolou em uma enorme e vistosa arvore, deixando a cabeça pendurada e virada na minha direção, seus olhos, como havia ordenado, permaneciam fechados na minha presença, o que me fazia admirar seus demais sentidos.
Eu olhei ao redor, aquela enorme floresta que nos rodeava, não consegui conter o sorriso, deixando gargalhadas virem logo após, não conseguia parar de pensar o quão perigoso aquele lugar era para mim, nos meus primeiros dias em Hogwarts, e agora já fazia quase quatro anos e nada ali me metia medo, na verdade eu dominava o medo naquela floresta, pensei enquanto encarava o basilisco, sorri e voltei a encarar a floresta, Circe e eu estávamos praticamente rodeados pelas arvores, à nossa frente estava a cachoeira, que criava um rio com a queda d’água, mas, além disso, existiam apenas arvores grandes e exuberantes, pedregulhos enormes e mais arvores, sorri e encarei Circe.
- Quero que ataque pelo menos um vilarejo trouxa por semana, evite ser vista e evite atacar o mesmo vilarejo mais de uma vez, o faça apenas se não houver outros meios, mate todo bruxo que tentar te ferir ou capturar, coma-os se achar mais interessante, porém aos trouxas que matar eu ordeno que não toque nos corpos... – Circe se remexeu entre os galhos onde se pendurava – Quero que os corpos sejam encontrados, quero que os trouxas e os bruxos saibam que um novo mal está à espreita, quero que saibam que uma escuridão aponta no horizonte.
- Como quiser meu messstre!
Eu comecei a sorrir, depois de alguns minutos ali resolvi me levantar, Circe se mantivera imóvel durante todo aquele tempo, mas se remexeu e virou a cabeça, permanecendo de olhos fechados, em outra direção, aquele movimento me fez ficar imóvel, após alguns segundos ela virou a cabeça em minha direção.
- Messstre... Nós temos um visitante! – ela fez uma expressão estranha, diferente, depois continuou – Ele tem um cheiro diferente...
- Ele? – questionei olhando a serpente gigantesca.
- Sim meu messstre... Um garoto... O seu sangue cheira a algo familiar... – Circe ficou em silencio por alguns segundos, depois prosseguiu – Grifinória... Seu sangue tem o mesmo cheiro que Godric Gryffindor, masss parece diferente, misturado e mais jovem... Devo mata-lo?
- Deixe que se aproxime... – sibilei e me virei para a direção onde Circe virara a cabeça, depois saquei minha varinha e apontei na mesma direção – Qual a distancia dele?
- Cinquenta metrosss... Mas ele se aproxima rápido...
Respirei fundo e encarei o lugar de onde o visitante misterioso apontaria, busquei acalmar ao máximo meus batimentos cardíacos, já tinha participado de batalhas o suficiente para saber que o primeiro a atacar normalmente era vitorioso, um sorriso surgiu, afinal, mesmo que o oponente fosse muito mais habilidoso que eu, o que eu duvidava, bastava uma ordem minha e estaria tudo acabado para ele.
Encarei o basilisco rapidamente, então, como uma flecha, um pensamento atravessou minha cabeça, como meu futuro oponente me encontrara, talvez a habilidade dele fosse maior do que imaginava, talvez ele já soubesse sobre Circe e começasse atacando-a, cerrei o punho da varinha e voltei a encarar o local de onde surgiria o provável oponente.
- Circe! – sequer dei tempo para o basilisco sibilar – Se alguma coisa acontecer comigo... – um nó veio a garganta - Se eu morrer... Quero que abra os olhos e encare todos em seu caminho, nunca mais feche os olhos para ninguém, mas quero que fuja, não permaneça nos terrenos de Hogwarts, procure um lugar onde jamais será encontrada, fui claro?
O basilisco ficou em silencio por um tempo antes de balbuciar um “sim, messstre!”, sorri e esperei meu oponente surgir, não demorou muito para que eu pudesse ver seu vulto se aproximando por entre as arvores, porem assim que ele se aproximou o suficiente deixei um pequeno sorriso escapar, o garoto surgiu através de um ramo alto e parou abruptamente, ele me encarou rapidamente, mas teve sua visão desviada para a enorme serpente em meio aos galhos da arvore, a expressão de pavor em sua face era impressionante, imediatamente ele fechou os olhos, um passo mais perto e eu poderia jurar que ouvia as batidas de seu coração.
- Messstre... – desviei o olhar para Circe – Devo ataca-lo?
- Não acredito que será necessário... – sorri – Na verdade pode permanecer onde está!
- Sim messstre!
Me virei para o garoto ele tampava os olhos com as mãos, provavelmente por medo dos seus olhos abrirem mesmo que um pouco, embora eu não soubesse o motivo dele estar ali, fiquei aliviado por ser ele e não alguém mais experiente, abaixei a mão com a varinha lentamente e sorri.
- Jack! Quanto tempo não é mesmo? – comecei a andar de um lado para outro – Já se passou um ano? Não, creio que não pelo menos... – ele ainda tampava arduamente os olhos – Jack, meu caro, esse basilisco está sob meu comando e ordenei que permanecesse de olhos fechados, seja lá o que veio fazer aqui, acredito que será complicado fazê-lo com os olhos assim não é mesmo? – ele começou a destampar os olhos, lentamente, assim que abriu completamente os olhos, olhando a mim ou ao basilisco de maneira intensamente assustada, sorri e continuei – Ora, ora, ora... Enxergar é uma dadiva não é mesmo?
- Robert... – ele me encarou – O que você fez? O que pensa que está fazendo?
- Não é obvio? – gargalhei e o encarei – Me tornando o maior bruxo de todos os tempos!
- Mas a esse custo? – ele começou a caminhar na minha direção, mas sempre atento ao basilisco, que permanecia imóvel entre os galhos da enorme árvore – Rob, seja lá o que está fazendo pare imediatamente e volte para Hogwarts... Volte comigo! – ele me olhou, talvez buscasse o amigo que antes havia aqui, talvez procurasse um motivo que me levasse até aquilo, mas nada daquilo existia, não mais.
- Voltar? – a ideia me fazia rir, como voltaria depois de tudo – Voltar para que? Por que? Você não deveria estar aqui Jack, aqui não é lugar para crianças que acham que são grandes bruxos... – me virei e comecei a andar na direção ao tronco que estava sentado antes - Hogwarts não importa mais Jack... Nada lá me interessa mais...
- Nada? – ele me cortou, parei e o encarei por cima do ombro – Nem sua prima? Os professores? Seus amigos? Emily? – ele me encarou suplicante – Eu? Somos irmãos!
Embora o que fosse dizer fosse cruel era algo necessário, ao contrário do que dissera, Jack era esperto e um grande bruxo, seria um bruxo forte e poderoso no futuro, mas ele só teria um futuro se não se envolvesse em meu caminho, o que pretendia fazer poderia colocá-lo em risco e eu não queria isso, por isso me afastara, por isso abandonara ele, um grande amigo, um irmão, por isso abandonara Emily, o amor da minha vida, por isso abandonara Linna, minha única família restante, por isso largara para trás Milena e Julia, pessoas que eu considerava quase minhas irmãs, por isso deixara para trás Hogwarts e todos que um dia foram meus amigos, para protege-los das trevas que estavam por vir... Será?... Ou será que decidi cortar os laços para me aprofundar nas trevas que estão por vir, para me unir a ela e dominar todo o mundo bruxo?... A verdade é que eu já me perdera nisso, já não sabia o que realmente estava fazendo, se estava abraçando as trevas para proteger aqueles que me rodearam no passado ou se estava me tornando as trevas, mas independente do que fosse, Jack tinha que deixar de me seguir, tinha que acreditar que o amigo dele já não existia mais e que continuar a insistir em me trazer de volta para Hogwarts era loucura.
- Jack... Meu caro Jack... – sorri arrogantemente – Linna sequer se importa onde estou ou o que faço! Os professores? – encarei Jack – Não são ou serão nada além de moscas perto de mim! – comecei a me aproximar de Jack – Amigos só são necessários aos fracos! – parei em frente a Jack, ele me encarava furiosamente – Emily! – uma pausa surgiu, Jack sorriu vitorioso, sabia que tinha tocado em uma ferida, cerrei o punho e lhe golpeei no estomago, enquanto ele se inclinava e caia no chão, buscando ar e tentando se livrar da dor, continuei – Pelo que soube ela tem tido mais aventuras românticas do que se pode imaginar... Logo, parece que ambos nos esquecemos!
- Então... – ele falou se levantando e normalizando ao máximo a respiração, embora o golpe houvesse sido doloroso – Porque a pausa? Emily não te esqueceu e você também não esqueceu ela!
- Incrível... Se manteve de pé mesmo após um golpe como aquele... – sorri e encarei Jack – Vai conseguir ficar de pé depois desse? – rapidamente ergui a varinha na direção de Jack – Flipendo!
O feitiço o acertou em cheio, arremessando-o alguns metros para trás, ele rolou algumas vezes, mas se levantou e apanhou a varinha, sorri e o encarei friamente.
- Acha mesmo que possui alguma chance contra mim? – uma gargalhada estridente surgiu de minha boca – Se esqueceu que jamais pode me vencer Jack? – ele me encarava apreensivo e firme ao mesmo tempo, aquele olhar me irritou profundamente, porque ele tinha que ser tão teimoso – ABAIXE ESSA PORCARIA DE VARINHA E VÁ EMBORA JACK! VOCÊ SABE BEM QUE NÃO É CAPAZ DE ME VENCER! NÃO ERA CAPAZ ANTES, QUANDO DUELAMOS PELA PRIMEIRA VEZ, O QUE TE FAZ IMAGINAR QUE PODE COMIGO AGORA?
- JÁ NÃO SOU O MESMO DE ANTES! – ele me encarava, havia fogo em seu olhar – SOU MELHOR E MAIS PODEROSO DO QUE QUANDO DUELAMOS! – ele respirou fundo – Rob, eu não quero duelar com você, pare com essa loucura e vamos embora! Vamos voltar para Hogwarts! Todos ficaram felizes, voce vai ver!
- NÃO SEJA TOLO! – cada palavra que ele dizia me irritava, eu não podia voltar, não depois de ter ido tão longe, eu precisava continuar com minha caminhada. E Jack tinha que abandonar a ideia de que fomos amigos, caso contrário algo ruim poderia acontecer com ele, quem sabe o que poderia acontecer se eu não estivesse aqui quando ele chegou, se ele tivesse encontrado Circe, ou se Circe o tivesse encontrado vagando pela floresta, o risco era muito grande, se Jack continuasse a me seguir ele poderia acabar morto, ou pior... Ele poderia acabar caindo nas mãos do lorde das trevas.
Aquele pensamento me fez fechar a cara, não poderia permitir que aquilo acontecesse, tinha que fazer Jack ver que eu era perigoso, que o seu amigo já não era mais seu amigo, eu com certeza me arrependeria daquilo, e talvez jamais conseguisse o perdão de Jack, mas aquilo era necessário, de uma forma ruim e estranha, aquilo seria o melhor para ele.
- Me desculpe Jack – cochichei tão baixo que praticamente apenas meus lábios se mexeram – Você é tão tolo! - apontei a varinha rapidamente para Jack – Crucio... – Jack foi ao chão, se contorcendo de dor – Já que insiste em me pedir para voltar para Hogwarts vou te mostrar que lá não é mais o meu lugar Jack... – um sorriso amargo brotou em minha face, reforcei o feitiço e continuei – Você é um fraco Jack... – desfiz o feitiço e lancei outro logo em seguida - Everte Statum! – enquanto Jack dava piruetas no ar apontei a varinha para ele – Verdimillious! – Jack voou para longe sorri e o encarei – Lhe darei uma última chance Jack... Vai embora e não volte mais! – ele se levantou lentamente, depois me encarou, cerrando o punho da varinha – Jack, Jack, como um último ato da amizade que um dia tivemos eu vou deixar você ir embora, portanto, vire as costas e suma daqui... – ele se vira em minha direção - Se não me obedecer eu juro que vou levar esse duelo a sério e isso significará a sua morte, vai embora!
Jack me encara em silencio, depois começa a falar algo.



Legenda:

Narração   ɸ ɸ ɸ Robert S. Winchester ɸ ɸ ɸ Jack Aslan Padalecki ɸ ɸ ɸ Circe, o Basilisco




ɸ Slytherin ɸ

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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Jack A. Padalecki em Sab 15 Nov 2014, 21:48

O duelo
Inesperado


 
Estava no salgueiro lutador com os meus amigos para procurarmos Marie, quando eu coloco a mão no meu bolso e vejo que o papel que achei no segundo andar com pistas de quem estava atrás do basilisco sumiu. No mesmo momento eu falei:
  - Pessoal, vou até o castelo pois esqueci de pegar uma coisa muito importante.
Sai correndo de la, não poderia falar a verdade, ia colocar todos em perigo, inclusive Ems, Alexia nao me perdoaria. Fiu para a floresta proibida para ver se o encontrava la, corri floresta a dentro, varias criaturas se encontravam ali. Estava passando por um ramo alto quando dei de cara com uma pessoa, mas logo percebi uma seperte gigante enrolada em um arvore, pensei " Sera que é um basilisco ". Sem pensar novemente fechei meus olhos e coloquei uma de minhas mãos sobre eles, pois, não queria correr o risco de olhar diretamente nos olhos dele e morrer, eu estava muito assustado não sabia oque fazer quando ouvi a cobrar falar, neste momento tive a certe nao entendi nada pois nao era ofideoclota, ouvi passos em minha direção e o garoto falou:
 - Jack! Quanto tempo não é mesmo? - Ouvi o garoto vindo em minha direção - Ja se passou um ano? Não, creio que não pelo menos...
Quando o garoto acabou de falar pensei " Essa voz não me é extranha, parece com a de Robert " O garoto volteou a falar:
 – Jack, meu caro, esse basilisco está sob meu comando e ordenei que permanecesse de olhos fechados, seja lá o que veio fazer aqui, acredito que será complicado fazê-lo com os olhos assim não é mesmo? 
Comecei a abrir os olhos lentamente, pois estava muito apavorado. Olhei para o garoto, e para o basilisco o garoto sorriu e disse:
 – Ora, ora, ora... Enxergar é uma dadiva não é mesmo?
Naquele momento nao acreditei no que estava vendo. Vejo Robert parado ao lado do basilisco:
 - Robert... - O olhei com raiva - O que você fez? O que pensa que esta fazendo?
 - Não é obvio? – Ele riu e me encarou – Me tornando o maior bruxo de todos os tempos!
 - Mas a esse custo? - Comecei a caminhar na direção de Robert, mas eu estava sempre atento olhando o basilisco - Rob, seja lá o que está fazendo pare imediatamente e volte para Hogwarts... Volte comigo! 
Eu o olhava, na esperança de encontrar o amigo que ele era, Robert era, é e sempre sera um irmão mais velho para mim, queria saber o porque ele se tornou oque é hoje, mesmo se ele estiber trilhando o caminha das trevas sempre estarei ao lado dele, mesmo sabendo dos perigos que vou enfrentar, sei que se fosse eu que estive-se no lugar dele, ele estaria fazendo a mesma coisa.
  - Voltar? - Robert riu Voltar para que? Por que? Você não deveria estar aqui Jack, aqui não é lugar para crianças que acham que são grandes bruxos... - Robert se virou e foi andando para um troco que ali tinha - Hogwarts não importa mais Jack... Nada lá me interessa mais...
 - Nada? - Robert parou e me olhou - Nem sua prima? Os professores? Seus amigos? Emily? - O encarei com a esperança dele voltar comigo - Eu? Somos irmãos!
Robert ficou calado por alguns minutos, não ia falar mais nada, pois, tinha esperanças que aquelas palavras ja seriam suficiente para ele refletir e voltar comigo para Hogwarts, Robert disse após os minutos calado:
 - Jack... Meu caro Jack... – Robert sorri arrogantemente – Linna sequer se importa onde estou ou o que faço! Os professores? – Ele me encara – Não são ou serão nada além de moscas perto de mim! – Robert começou a se aproximar de mim – Amigos só são necessários aos fracos! – Eobert parou na minha frente, eu o encarava furiosamente, esta com muita raiva dele – Emily! 
Robert deu uma pausa, naquele momento pensei que tinha conseguido, toquei no ponto fraco de Robert Ems, sempre que tocava nesse assunto Robert se derretia todo, deixei um sorriso escapar. Robert veio e me deu um soco na boca do estomago que me falto ar, me invlinei e cai no chão procurando ar, a dor era imensa, ele voltou a falar:
 – Pelo que soube ela tem tido mais aventuras românticas do que se pode imaginar... Logo, parece que ambos nos esquecemos!
 - Então... – falei me levantando e tentando normalizar ao máximo minha respiração – Porque a pausa? Emily não te esqueceu e você também não esqueceu ela!
 - Incrível... Se manteve de pé mesmo após um golpe como aquele... – Robert sorriu e encarou – Vai conseguir ficar de pé depois desse? Flipendo!
Robert me pegou de surpresa, não dando tempo nem de pegar minha varinhar para me proteger desse feitiço me acertando em cheio e me arremessando alguns metros para tras, me levantei, peguei mnha varinha, Robert sorriu e continuou falando:
 - Acha mesmo que possui alguma chance contra mim? – Ele sorriu diabolicamente – Se esqueceu que jamais pode me vencer Jack? - Eu o encarava, esperançoso e confiante – ABAIXE ESSA PORCARIA DE VARINHA E VÁ EMBORA JACK! VOCÊ SABE BEM QUE NÃO É CAPAZ DE ME VENCER! NÃO ERA CAPAZ ANTES, QUANDO DUELAMOS PELA PRIMEIRA VEZ, O QUE TE FAZ IMAGINAR QUE PODE COMIGO AGORA?
 - JÁ NÃO SOU O MESMO DE ANTES! - Eu o encarrei com muita raiva – SOU MELHOR E MAIS PODEROSO DO QUE QUANDO DUELAMOS! - Respirei fundo e voltei a dizer – Rob, eu não quero duelar com você, pare com essa loucura e vamos embora! Vamos voltar para Hogwarts! Todos ficaram felizes, voce vai ver!
 - NÃO SEJA TOLO! - Disse Robert, após ficou em silencio, nao disse uma palavra por minutos, pensei " Sera que finalmente Robert ira voltar comigo? Sera que ele percebeu a burrada que esta fazendo?". Após alguns minutos ele continuou dizendo:
 - Você é tão tolo! - Rapidamente Robert apontou sua varinha em minha direção e disse:
 - Cricio...
Aquilo parecia que cortava minha alma, era uma dor imensa, uma dor tão grande que é impossivel descrever, minha vida passava como um filme em minha mente, varias lembraças, lembrei de Patty, meu pai, quando cheguei em Hogwarts e o conheci, da conversa que tive horas antes com Alexia, " Não posso morrer aqui. Não vou morrer aqui, tenho que ajudar Robert a sair desse enrrascada que ele se meteu, tenho que cumprir oque prometi a Alexia, de proteger Ems. Eu Não Morrerei Aqui! "
  – Já que insiste em me pedir para voltar para Hogwarts vou te mostrar que lá não é mais o meu lugar Jack... - Ouvi Robert falando, após sua fala ele intensificou ainda mais o feitiço – Você é um fraco Jack... - Robert parou com o Cricio e logo lançou outro feitiõ - Everte Statum! - Nem dando tempo de eu encostar no chão Robert logo lançou outro – Verdimillious! - Voei para longe, olhei para Robert com sangue nos olhos e ele me encarou – Lhe darei uma última chance Jack... Vai embora e não volte mais! - me levantei lentamente, e seguro ainda mais forte minha farinha – Jack, Jack, como um último ato da amizade que um dia tivemos eu vou deixar você ir embora, portanto, vire as costas e suma daqui... - vou em direção a Robert - Se não me obedecer eu juro que vou levar esse duelo a sério e isso significará a sua morte, vai embora!
Olho para Robert com muita raiva após ele ter lançado todos aqueles feitiços em mim e falo:
 - Quem é você para mandar em mim, eu ainda tenho esperança em te levar te volta para Hogwarts, ainda tenho esperanças de que o Robert de tempos atrás ainda existe por tras desse montro que você é Hoje.
Levanto minha farinha em direção a ele Alerta Ascendare - Robert é lançado para o alto e bate violentamente contra o chão, eu ia me arrepender futuramente por fazer isso com ele, mas eu estava muito nervoso e não conseguia pensar em mais nada, só em me defender, Ouvi Robert dizendo umas palavras para o basilisco, não entendi uma palavra doque ele disse, sem pensar duas vezes falo - Flipendo - Robert é lança para tras, antes mesmo de Robert se levantar lanço outro feitiço - Expelliarmus - Mirei na varinha de Robert e ela foi jogada para longe, nesse momento falei:
 - Robert, eu disse que tinha evoluido, agora, você acha que Ems vai ficar feliz em saber que você esta fazendo isso? Que você esta tentando se tornar um bruxo mais poderoso fazendo isso? Robert acorda, você é melhor que isso, você sabe muito bem que eu e Ems sempre estaremos ao seu lado. Ems principalmente, porque ela te amo! Você é um ingrato, sempre pensando só em você! Rob, vamos voltar pra Hogwarts.
Robert me encarou e falou...
















 
Legenda:
 Narração.
Minhas Falas.
Falas de Robert.
Pensamentos
 
 

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Jack A. Padalecki

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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Robert S. Winchester em Qui 27 Nov 2014, 21:42



Duelo de Vida ou Morte


Os olhos de Jack praticamente flamejavam, a cada palavra dita, cada gesto, ele realmente tinha convicção em cada silaba que saia de sua boca, sua atitude firme, sua imponência, em outros tempo eu riria daquilo, mas os tempos haviam mudado e aquela situação mostrava exatamente aquilo, eu já não era mais o garoto ingênuo que não sabia nada sobre o mundo bruxo, que ficava fascinado com tudo que via, cada detalhe magico, mesmo o mais simples, que correra por toda Hogwarts só para conhecer, memorizar, cada detalhe daquele lugar, eu já não era mais o menininho que se envolvera em um conflito infantil, que desafiara gigantes com palavras, que criava vínculos com todos que esbarrava.
Jack fora o primeiro amigo que obtive ali, na época que nos conhecemos ele era tão ingênuo quanto eu, ou talvez até mesmo mais, mas ele evoluiu, e eu tinha que admitir isso, Jack se tornara forte e confiante, um bruxo capaz de enfrentar até mesmo seu melhor amigo para fazer o que era certo. Realmente eu tinha que concordar, Jack cresceu como bruxo, estava muito mais poderoso e agiu do que no nosso primeiro duelo, mais confiante, aparentemente a vida o moldara tanto quanto moldara a mim.
Eu poderia dizer sem medo nenhum que estava orgulhoso dele, que ele finalmente tinha crescido ao ponto de caminhar lado a lado comigo, mas, infelizmente, seria uma tolice e uma mentira. Apenas tolos acreditam que cresceram e ignoram o crescimento de seu oponente, embora Jack tenha evoluído, e jamais direi o contrário, eu não estava mais no nível em que estava quando duelamos pela última vez, ou sequer no nível que estávamos quando nos vimos pela última vez. Jack crescera, mas ainda estava longe de poder ser comparado a mim e aquele duelo mostraria isso a ele.
Eu sorri, não poderia imaginar que Jack tinha mudado tanto, sorri e olhei para onde minha varinha tinha caído, longe demais para eu correr até ela, por outro lado a varinha de Jack estava mais próxima e o fato de ainda estar em sua mão não era, de maneira alguma, um impedimento dela conhecer outro mestre, apoiei minha mão sobre uma pedra pouco menor que meu punho, Circe se remexeu por entre os galhos.
- Não se meta Circe, como disse antes a menos que eu morra você não deve se envolver! – sibilei sorrindo.
- Sim messstre! – ela sibilou de volta.
Voltei a encarar Jack, ele estava mais forte, mas Jack não tinha metade da experiência que eu tinha em duelos, ou a coragem.
- Monstro? Ingrato? Eu? – gargalhei – Você cresceu meu amigo... – um sorriso surgiu na face de Jack – Mas ainda é uma mera criança...
Antes que ele pudesse reagir arremessei a pedra que tinha a mão em sua direção, ele inclinou para trás evitando ser atingido por ela, mas meu plano não era atingi-lo, pelo menos não com aquela pedra, assim que ele voltou a posição anterior eu já estava sobre ele, ele apontou a varinha na minha direção, mas empurrei seu braço para longe, fazendo com que ele não fosse capaz de me acertar qualquer feitiço, rapidamente girei o outro braço, torcendo a mão desarmada de Jack, no instante seguinte chutei a parte interior de sua cocha forçando-o a se ajoelhar, ele tentou apontar a varinha na minha direção novamente, mas já esperava por aquilo, girei meu corpo e agarrei a varinha em sua mão, depois dei um forte chute em seu peito, arremessando-o para longe enquanto tomava a varinha dele, Jack caiu a uma distância curta e rapidamente se levantou, com intenção de ir contra mim, mas já era tarde demais, apontei a varinha para ele.
- Flipendo! – o feitiço o arremessou para trás cerca de três metros, ele rolou e me encarou assim que se levantou, agora a situação havia mudado completamente, o desarmado agora era ele e ele tinha completa consciência daquilo, apontei para minha varinha - Carpe Retractum! – minha varinha veio em minha direção, a agarrei com a mão livre e encarei Jack – Sabe algo engraçado meu caro amigo? – ele permaneceu em silencio – Talvez você esteja certo no fim das contas... É sério! – Jack continuou em silencio, apenas me encarando, sorri e continuei – Eu sei que pode parecer absurdo tendo em vista a situação cujo qual nos encontramos no momento, mas é verdade! Ainda existe uma parte de mim... Um “Robert” bom, algo que não se tornou um monstro, dentro de mim – Jack sorriu, sorri de volta – E hoje, graças a você, eu matarei, de uma vez por todas, essa parte... Você deve estar se perguntando como não é mesmo? – gargalhei e apontei ambas as varinhas para Jack – Não se preocupe, eu não apenas vou te contar como também te mostrarei... É simples, essa minha parte ainda está muito.. Hum, digamos, ligada?... É, ligada a Hogwarts e aqueles seres inferiores que residem lá... E o maior motivo é justamente você, meu primeiro e melhor amigo e ela, a querida Emily...
- Então você admite? – Jack fala entre os dentes.
- Está brincando? É claro que admito… Seria ridiculo dizer que vocês não marcaram minha vida e que, possivelmente, são os responsáveis por manter esse meu lado “bom” vivo! – Jack sorri, talvez ele acreditasse que finalmente estava conquistando a vitória, se soubesse o quão enganado está – E é por este motivo que vou mostrar para você, através deste duelo, que esse meu lado... Morreu! – sorri – Crucio! – Jack se contorcia de dor cada vez que reforçava o feitiço, até que após alguns segundos parei de lança-lo – Não... Seria muito fácil... E você não teria a atenção merecida... – encarei a varinha dele em minha mão, depois a arremessei para perto dele – Vamos fazer isso direito caro Jack! Pegue a varinha e me mostre o quão poderoso se tornou! Ou era apenas um blefe e você ainda é aquele garotinho imbecil e inútil que conheci anos atrás?
Lentamente Jack alcançou sua varinha e se levantou, o olhar dele era forte, havia raiva e um senso de justiça muito forte em seu olhar, sorri, enquanto Jack me encarasse daquele jeito, seria um duelo longo e totalmente sem graça, eu já não era o mesmo de antes, eu havia mudado, ficado poderoso o suficiente para saber que bruxos com aquele olhar jamais me derrotariam, afinal, aquele olhar escondia os fracos e os fracos estão destinados a cair em minha presença.
- Flipendo! – Jack começou seu ataque, mas eu já não me preocupava com seus ataques, não mais.
- Protego! – o feitiço ricocheteou em sua direção, mas ele saltou para o lado e voltou a me atacar, lançando outro ‘flipendo’, que eu defendi da mesma maneira, mas ao invés de ricochetear o feitiço se desfez, Jack me encarou e lançou o ‘expelliarmus’, quase gargalhei daquilo –Commoror Virga! – o feitiço me acertou mas não foi capaz de me desarmar, Jack me encarou – Você não entende não é mesmo? – balancei a cabeça negativamente – Minha vez de atacar! Flagelum Nerus! – como, provavelmente, jamais tinha ouvido tal feitiço Jack sequer conseguiu imaginar como se defender, o feitiço, que fazia surgiu uma fina e veloz corda de chicote da ponta da varinha, dava uma violenta chicotada acertasse o bruxo e o local atingido pelo chicote enegrecia como se estivesse podre, embora a cor passasse em dois dias a dor causada pelo impacto era tremenda, sorri quando Jack levou a mão em suas costelas, então resolvi continuar meu ataque – Vulnera Sanentur! – por puro reflexo Jack se joga para o lado um segundo antes das flechas em chamas o acertar, deixo um pequeno sorriso escapar – Sectumsempra! – Jack arregala os olhos, rapidamente inclina a cabeça para trás, embora o feitiço o acerte da mesma forma, o efeito é bem menos do que deveria, criando apenas um corte fundo na testa e outros menores pelo rosto afora, sorrio e o encaro – Não vê Jack? Não importa o quanto você cresça, você não é nada comparado a mim... Bom, acho que vou te revelar um segredinho... Sabe o que vou fazer? Vou matar você, bem aqui, nesta floresta, depois a minha querida Circe ali vai devorar os seus restos... Será divertido vê-la fazendo isso...
- Não... – Jack resmungou enquanto se levantava – Você não vai fazer isso... Você é meu amigo e Emily jamais te perdoaria se fizesse isso!
- É… Você está certo… Nesse caso depois que te matar, vou pessoalmente dar a noticia a Emily e, depois, dar a ela o mesmo final!
Jack me encarou, um sorriso surgiu em minha face, finalmente as coisas ficariam interessantes, afinal seu olhar já não era o de raiva e justiça e sim ódio, puro e sublime, o sentimento mais forte quando se está em um duelo.
- Você realmente afundou tanto assim? – ele me encarou, praticamente cuspia as palavras em mim – Jamais vou permitir que faça algo tão cruel quanto isso!
- E como voce será capaz de me impeder? Sendo derrotado? Pois bem, vou te dar uma chance de salvá-la… Mate-me! – Jack me encarou espantado – A única maneira de me impedir é me matando meu caro Jack... – sorri – Não... Você é fraco demais para fazer algo assim... Pensando melhor... O único jeito de Emily continuar viva é se, por algum milagre, você continuar vivo! E nós dois sabemos que isso não vai acontecer não é mesmo?
- Você está enganado Robert... Não, você está se enganando... Eu conheço você e isso não é você! – Jack apertou a varinha e me encarou friamente – Eu vou viver e te trazer de volta para Hogwarts, nem que para isso eu tenha que arrastar de volta!
- Faça o seu melhor… Velho amigo!
Pela primeira vez, desde que iniciamos aquele duelo, nós fizemos as posições de duelo a muito aprendidas tempo aprendidas, Jack me encarava e o ódio presente em seu olhar era quase palpável, embora eu não estivesse tão cego de ódio eu estava, igualmente, disposto a levar aquele duelo até as últimas consequências.
Finalmente um duelo de verdade se iniciaria. O herdeiro da Sonserina e o herdeiro da Grifinória, dois jovens que evoluíram como amigos e que agora se enfrentariam como verdadeiros inimigos. Talvez aquilo fosse engraçado se fosse encarado de longe, mas ali, um de frente para o outro, tudo o que valia e importava, era a vitória.
seria realmente tão forte a rixa entre os  riam des. Daquele momento em diante
em tenha sido muito menor do que deveria mas não consegue fazer nada além de receber o aprofeitei Jack rapidamente apontou a varinha em minha direção lançando um ‘flipendo’, eu voltei a proteger e lancei um ‘Sectumsempra’, mas Jack estava mais concentrado naquele duelo, não se deixaria abater novamente, pelo menos não tão facilmente, conjurou o feitiço  ‘Aberratio Ictus’ que desviou o meu feitiço para uma arvore próxima a ele, depois avançou contra mim lançando todos os feitiço de ataque que conhecia, eu defendia ou desviava e fazia o mesmo, lançava todos os feitiços de ataque que julgava mais vantajosos naquele momento, mas Jack defendia e desviava com a mesma maestria, a cada feitiço lançado nos aproximávamos um pouco um do outro, passo a passo caminhávamos para mais perto, tornando cada vez mais difícil lançar contra-feitiços ou feitiços de proteção, o que nos forçava a desviar e atacar cada vez mais, o duelo seguiu com lançamentos de feitiços até ficarmos cada a cara, a curta distância entre nós agora dificultava até mesmo desviar dos feitiços, Jack e eu nos encaramos e então começamos a desferir golpes físicos entre os lançamentos de feitiço, a cada feitiço podia-se esperar um soco ou chute, o duelo aquela curta distância já durava mais do que eu imaginava que Jack fosse capaz de suportar, a verdade é que já durava mais até mesmo do que eu achava que seria capaz de suportar.
Ambos já estávamos cansados e movíamos mais lentamente, também estávamos feridos e com hematomas causados pelos golpes ou feitiços que pegavam de rapam, ambos sabíamos que o duelo se aproximava do fim, eu não podia me permitir perder e Jack também não queria abrir mão da vitória, então apostamos nossas fichas no próximos movimento, nossos últimos movimentos naquele duelo, praticamente ao mesmo tempo apontamos a varinha um contra o outro.
- Bombarda Maxima!
- Avada Kedavra!
Embora não fosse nada planejado o que ocorrera entre o lançamento do feitiço e depois dele, fora rápido demais e imprevisível demais, instantes antes do feitiço sair da varinha de ambos os duelistas, tanto eu quanto Jack, institivamente, agarramos um o braço armado um do outro girando-o para alterar a direção do feitiço, embora fosse praticamente impossível, aquilo mostrava o quão próximos estávamos quando nos referíamos a nível. No instante em que conjuramos o feitiço eu agarrei o braço de Jack e girei ele para baixo, apontando a ponta de sua varinha para o chão, Jack, por outro lado, fizera o mesmo na direção contraria, apontando a ponta da minha varinha para o céu. Enquanto meu lampejo esverdeado subia indo de encontro as nuvens, o ‘bombarda maxima’ lançado por Jack acertou o solo, a explosão fora tão forte que nos arremessou para longe, jogando cada um em um extremo, a força do feitiço fez uma nuvem de poeira subir, eu fiquei algum tempo deitado, caído no chão, meu ouvido zumbia, mesmo sem saber onde Circe estava sibilei a ordem para ela voltar para os jardins de Salazar, aquele duelo fora longe demais e poderia atrair mais atenção que o desejado, embora  não conseguisse ver nada devido a nuvem de poeira eu sabia que ficar ali, esperando, seria burrice, lentamente eu me levantei e comecei a me recompor, a poeira começou a dissipar, notei que Circe já não estava mais entre os galhos, possivelmente me obedeceu e foi se refugiar nos jardins, ou se retirara para outro lugar, mas aquilo não me interessava, desde que ela não estivesse por ali, onde ela estava pouco importava, olhei ao redor e encontrei onde Jack havia caído, lentamente comecei a andar na direção dele, eu estava cansado, cheio de pequenos e médios ferimentos, mas nada era pior do que o corte profundo em meu ombro esquerdo, o corte era tão feio que eu sequer conseguia mexer o braço, mas eu estava vivo e de pé, então não me importava muito o meu estado.
Caminhei até Jack e parei de frente para ele, ele estava tão ferido quanto eu, mas estava vivo, embora não tivesse se levantado, talvez não houvesse sobrado força para tal, Jack ainda estava acordado e me encarava com fúria quando me aproximei dele.
- Meus parabens Jack! – sorri e o encarei – Você sobreviveu ao duelo… Pelo menos até aqui… – apontei a varinha para ele, mas estava cansado demais e, infelizmente, não estava mais no calor do duelo, o que significava que mata-lo seria impossível, respirei fundo e sorri, no fim Jack tinha certa razão, mas aquilo não significava que eu voltaria para Hogwarts – Não… Você merece viver… Viva para saber que chegou até aqui e falhou! Viver sabendo que é um fracasso é melhor que a morte!
Embora eu não fosse matar Jack eu também não podia larga-lo ali, era perto demais da entrada secreta dos jardins, o que poderia levantar suspeitas e me impossibilitar de voltar ali, lentamente me ajoelhei ao seu lado, e toquei seu peito, sorri e aparatei dali levando ele comigo.



Legenda:

Narração   ɸ ɸ ɸ Robert S. Winchester ɸ ɸ ɸ Jack A. Padalecki ɸ ɸ ɸ Circe, o Basilisco




ɸ Slytherin ɸ

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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Emily R. Watsgrint em Qua 03 Dez 2014, 16:47



A procura


Emily estava disposta a entender o que havia acontecido com Jack, nem que tivesse que arriscar a propria vida. - Lumus - Falou enquanto entrava na floresta escura de Hogwarts. A corvina adentrou lentamente, ouvindo alguns galhos se quebrando a cada passo que dava, procurava por qualquer coisa que podia explicar alguma coisa do ocorrido. Continuou caminhando e caminhando, olhando atentamente o chao, as arvores e tudo em sua volta. Sua atenção foi chamada por uma das arvores que parecia ter sofrido um grande impacto, como se alguem tivesse dado um soco ou batido com as costas nela.

Procurou no chão se encontrava algo, mas viu apenas sangue, imaginou se nao era de Jack, sentiu um calafrio só de pensar o que havia acontecido naquele lugar. Se agachou e apontou para o chão para poder enxergar melhor. Alguns barulhos saiam das arvores da floresta. - Porque fora se machucar na floresta Jack! - Falou alto para si mesma - Por que nao se machucou sei la na estufa! - Falou sentindo um calafrio ao ouvir o que parecia uma coruja ou qualquer animal naquela floresta desconhecida. Parou de pensar ao ver um papel um pouco mais a frente de onde estava  procurando, engatinhou ate o papel e o pegou. Se levantou e procurou uma arvore e se sentou ao pé dela.

Papel:
Dear XX



“É preciso coragem e sangue frio para percorrer estes corredores abraçado as trevas... Mas somente coragem não adiantará... O meu sangue, poderoso e quente, deve correr em você para que em minha câmara o caminho você possa encontrar... Se revele a ela e ela se revelará a você... Apenas ao herdeiro ela obedecerá!
S.S.”

“Slytrerin construiu uma câmara secreta no castelo. Da qual os outros nada sabiam. Slytherin teria selado a Câmara Secreta de modo que ninguém pudesse abri-la até que o seu legitimo herdeiro chegasse a escola. Somente o herdeiro seria capaz de abrir a Câmara Secreta, libertar o horror que ela encerrava e usá-lo para expurgar a escola de todos que não fossem dignos de estudar magia.”

“Quando a câmara fora aberta, uma sangue-ruim morreu. Anos mais tarde descobriu-se que um basilisco era o responsável pela morte da garota sangue-ruim e a localização da entrada da câmara revelou-se ser um banheiro abandonado, onde o fantasma da morta vive até os dias atuais, porém sabe-se que a câmara guarda apenas os ossos deste basilisco.”


- Basilisco? - Falou alto para si mesma enquanto relia o bilhete mais uma vez para entender, sentiu algo em seu braço e logo o iluminou com a varinha, não deu nem um segundo e deu um enorme grito desesperado e começou a se debater, uma enorme formiga estava em seu braço, era o maior medo de Emily, formigas. Ficou um tempo a  mais se debatendo ate não ver mais a formiga por perto. - Odeio esse lugar - Reclamou enquanto se levantava e passava a mão na bunda para poder tirar as folhas e galhos que ficaram presos. Emily guardou o papel no bolso de suas vestes, comecou a pensar se seria mesmo Robert que havia atacado Jack, as possibilidades estavam aumentando na cabeça de Emily, ainda mais após ler sobre o Basilisco, boatos dele ser o herdeiro, rondavam pela escola e aquele papel, parecia confirmar mais ainda na cabeça de Emily que havia mesmo sido Robert e que agora ele queria saber algo sobre o basilisco. Apesar da incerteza e da vontade de procura-lo para perguntar, olhou para o ceu e viu a lua enorme que estava no ceu, Alexia provavelmente ja estaria a procura dela. Decidiu sair dali o mais rapido possivel e pensar em sua comunal sobre tal papel. Comecou a iluminar o caminho de volta para o castelo, seus passos mais apressados.. Parou bruscamente ao ouvir passos que pareciam de ser outra pessoa, apontou a varinha para um lado tentando enxergar se tinha alguem ali - Quem esta ai?





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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Dylan R. Fuhrman em Qua 03 Dez 2014, 19:36

Me Alimentando
With: Emily; Wearing: Short; Where: Floresta Proibida; When: Hoje



Nicklaus havia mandado eu comer apenas quando estivesse com ele, mas nao o encontrava em lugar nenhum de Hogwarts e ja estava ficando dificil de ficar perto das pessoas sem querer morde-las. Estava decidido, eu iria comer sem Nicklaus, comecei a ir em direçao a floresta proibida, ja era de noite, obviamente ninguem estaria ali, porem eu estava enganado, Emily estava la, a corvina com quem nunca havia conversado. - Quem esta ai? - perguntou e logo apontou a varinha que me iluminava, levantei os braços e sai para seu campo de visao. Ela abaixou a varinha no mesmo isntante. - Oi Dylan! O que faz aqui? - Perfuntou com um sorriso inocente no rosto.

Senti minhas maos ficarem tremulas e minha boca seca, eu estava por um fio de arrancar a garganta da menina fora, comecei a falar com minha voz tremula - Pergunto eu a voce! O que faz aqui - Falei tentando disfarçar minha vontade de morde-la e tentando segurar os dentes dentro, para que ela nao se assustasse. Ela comecou a explicar o motivo, era sobre Jack, minha raiva subiu, nao ia com a cara dele e eu ja estava me segurando muito, meus olhos mudaram de cor e meus dentes sairam, a raiva me fez ficar descontrolad-, ja nao estava mais conseguindo me segurar,  Emily se calou ao ver a criatura em que eu tinha me transformado, corri rapidamente ate ela que deu um enorme grito, mas rapidamente tampei sua boca. - Cala a boca, fica quieta para ver se consigo nao te matar! - Falei segurando-a pelo pescoço, minha sede era gigante e estava a um fio de morde-la. Tentava com todas as minhas forças me controlar, mas estava impossivel - Me desculpe... - Falei ao perceber que nao iria conseguir controlar.

Senti ela se mover sme parar para tentar sair de minhas maos, mas era tudo em vao, eu era mais forte que ela e sua varinha ja nao estava mais em maos. Abri a boca pronto para morder, ela se espantou ao ver os dentes porem antes que pudesse morde-la ouvi alguem me chamar e lgo olhei para a pessoa que aparecera.

Leia Qualquer um:
Alguem poste salvando a menina! Para ficar emocionante :D







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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Thomas H. Willian em Qui 04 Dez 2014, 08:33


Quase


Thomas estava com bastante fome e não conseguia encontrar Leonardo em lugar algum. Decidiu ir para a floresta sozinho, nada demais poderia acontecer mesmo. Já era noite e provavelmente as únicas pessoas que estariam lá seriam vampiros.

Ao adentrar um pouco mais na floresta Thomas começou a ouvir vozes, uma parecia de Emily e a outra parecia a voz de Dylan. Estava acontecendo alguma coisa e parecia não ser nada boa. Thomas começou a correr até o local de onde vinham as vozes e viu Dylan quase mordendo a corvina.

Dylan!. Gritou Thomas fazendo Dylan desviar sua atenção para ver quem estava ali.



.:Legenda:.

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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Dylan R. Fuhrman em Qui 04 Dez 2014, 11:28

Impedimento
With: Emily e Thomas; Wearing: Short; Where: Floresta Proibida; When: Hoje



- Dylan! - Falou e logo lhe olhei, ainda segurando o pescoço de Emily, a menina tentava tirar minha mao, mas nao tinha forças para isso, era Thomas, meus olhos voltaram ao normal por um instante, mas minha mao nao conseguia soltar o pescoço da menina. - Eu nao sei controlar! - Falei com raiva nos olhos, dava para ver que eu estava faminto e se ninguem me impedisse iria matar a menina ali mesmo.

- Era obrigaçao de Nicklaus me ajudar ja que ele me transformou nisso! - Falei gritando para Thomas que estava imovel apenas pedindo para que eu largasse Emily que estava ainda tentando tirar minha mao de seu pescoço, forcei mais a mao em seu pescoço fazendo-a parar de se debatar e voltei a olhar Thomas - Por causa dele, essa garota ta em perigo! - Falei e Thomas tentando me acalmar falou








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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Emily R. Watsgrint em Qui 04 Dez 2014, 12:22

Ataque Inesperado





Thomas apareceu na hora em que Dylan iria atacar Emily, ela nao entendia o que estava acontecendo, só sabia que o Lufano nao era humano e que estava prestes a mata-la, tentou tirar a mao dele de seu pescoço, mas ele a segurava com tanta força, sua varinha estava caida no chao, devido ao impacto que ele havia a pego, acabou deixando cair. Dylan estava com raiva dava para se ver, ele falava com Thomas com raiva e um pouco de medo em sua voz, Emily aproveitou a chance para tentar tirar a mao dele, mas ele notou e apertou seu pescoço com mais força, fazendo-a dar um pequeno gemido de dor. - Era obrigaçao de Nicklaus me ajudar ja que ele me transformou nisso! - Falou e Emily o olhou sem entender, comecou a pensar em o que Nicklaus estava envolvido na parada. Seria ele um deles pensou imovel, ja sem forças para tentar sair das garras do lufano.

Dylan voltou a forçar o pescoço de Emily que ja estava doendo  - Por causa dele, essa garota ta em perigo! - Falou e o coraçao de Emily acelerou, ela olhou para Thomas que estava encarando-a e falou baixinho ja que mal conseguia falar - Socorro - O menino pareceu entender e logo voltou seu olhar para Dylan e falou.

Nicklaus JackMariePensamentosIsabelleComensalRupertDylan  Thomas





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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Thomas H. Willian em Qui 04 Dez 2014, 12:34


Fica calmo


Era obrigação de Nicklaus me ajudar já que ele me transformou nisso! Por causa dele, essa garota ta em perigo!. Thomas tentando acalmar o amigo disse.

Eu sei que deveria ser obrigação dele. O Nicklaus pode não estar aqui agora, mas eu posso te ajudar. Se você larga-la agora eu prometo que vou te ajudar. Thomas caminhou na direção do amigo e Emily disse baixinho.

Socorro. Thomas com medo do que o amigo poderia fazer, olhou para a garota e fez um leve aceno com a cabeça, come se estivesse lhe dizendo para ela não se preocupar, olhou para o lufano e continuou a falar. Outras pessoas também vão te ajudar, pessoas como você...como eu! Sabia que não poderia dizer na frente de Emily que Leonardo, Nicklaus e outros também eram vampiros. Thomas continuou se aproximando de Dylan, segurou o braço do mesmo e o puxou para impedir que o amigo à mata-se.

.:Legenda:.

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Re: Orla da Floresta Proibida

Mensagem por Dylan R. Fuhrman em Qui 04 Dez 2014, 13:04

Acordando
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- Outras pessoas também vão te ajudar, pessoas como você...como eu! - Falou e segurou minha mao, tirando do pescoço de Emily, naquele momento consegui acordar do transe que a fome havia me causado, olhei para Emily que estava ainda muito assustada. - Emily... Me desculpe eu... - Falei e logo olhei para Thomas que pôs a mão em meu ombro, como se tudo fosse  ficar bem. Emily ficou em silencio ainda muito assustada encostada na arvore. Voltei meu olhar para Emily que estava assustada e sem entender nada - Peço desculpas... Eu jamais iria querer machucar voce! - Falei e ela ainda bem amedrontada balancou a cabeça afirmando ter entendi - Eu perdi o controle - Falei, Thomas agora estava em silencio, lhe olhei e em seguida voltei a olhar Emily, ainda estava faminto em questoes de minutos iria perder novamente o controle - Corre e sai daqui, no momento nao estou em um bom estado - Falei e vi a menina comecar a correr para longe. Pus a mao na cabeça, eu havia feito a maior besteira, olhei para Thomas - Nicklaus vai me matar! - Falei - E emily deve ter medo de mim agora!  O que faço?








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