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Varinha Olivaras

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Varinha Olivaras

Mensagem por Lya Ollivander em Sex 21 Nov 2014, 19:08



Varinhas Olivaras





Você para em frente a uma loja, estreita e feiosa, com uma vitrine empoeirada que mostra uma única varinha em uma almofada púrpura, você olha para cima e encontra uma placa com a seguinte  inscrição "Artesãos de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C" em letras douradas descascadas  sob a porta.
Ainda vacilante você resolve entrar, e ao fazê-lo você encontra uma loja empoeirada, a mobília da loja conta apenas com uma cadeira, e diversas estantes cobertas de caixas apertadas, a iluminação vem quase toda da janela onde se enxerga o letreiro da loja e parte do beco diagonal. Ao entrar o velho senhor sorri e vem ao seu encontro, você força um sorriso e o cumprimenta dizendo seu nome.

"Oras, é um prazer Convidado, então não vamos perder tempo e encontrar logo sua varinha não é mesmo?"

Você balança a cabeça afirmativamente, o velho senhor sorri e diz algo sobre ser a varinha que escolhe seu dono e que cada dono tem sua hora de ser escolhido, você não entende direito o que ele quer dizer com aquilo, ele sorri amavelmente e lhe pergunta qual será o braço da varinha, se você é destro o canhoto, começando medir cada centímetro do braço que você ergue em resposta com uma fita métrica viva, após isso ele se afunda em meio as prateleiras voltando, pouco depois, com algumas caixas na mão, ali começam os testes até achar a varinha perfeita para você.


Tabela de Preço

Varinhas Comuns:
Varinhas Disponíveis


Varinha de Teixo
7 Galeões


Varinha de Freixo
7 Galeões


Varinha de Betula
7 Galeões


Varinha de Mogno
7 Galeões


Varinha de Salgueiro
7 Galeões


Varinha de Videira
7 Galeões


Varinha de Pinheiro
7 Galeões


Varinha de Bordo
7 Galeões


Varinha de Azevinho
7 Galeões


Obs:
Sobre as Compras

* É obrigatório especificar os itens comprados no final do post.
* Também é obrigatório especificar o valor total das compras efetuadas.
* Para saber qual é sua varinha, use o Lança Dado com o nome: Varinhas
* Post com menos de 10 linhas não serão aceitos!
* Para saber como lançar dados CLIQUE AQUI!
* Todas estas informações devem ir em Spoiler no final do post.

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Minha primeira varinha

Mensagem por Beatriz C. Wanderwood em Ter 23 Dez 2014, 13:10

Eu estava la andando pelo Beco Diagonal e lendo minha lista de materiais e pensando por onde começar, até que resolvi que seria pela varinha...
Vim ate a loja de Varinhas Olivaras e fui atendida por uma moça muito educada que disse:

_Sua primeira varinha creio?
_É sim -respondi
Enquanto me mostrava as varinhas ela me contava varias historias... Até que ela me mostrou uma varinha que me chamou a atenção e a que realmente me escolheu...  
Então peguei a a varinha e sai da loja após agradecer à dona



Dona da loja
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Minha primeira varinha

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Ter 23 Dez 2014, 13:10

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Emily Collins em Ter 23 Dez 2014, 21:37

Entrei na Olivaras para comprar minha primeira varinha, ao entrar fui recebida por uma melher muito educada.

- Queres ajuda menina?
-Sim procuro uma varinha para mim.

Ela me trouxe varias varinhas,fui testando cada uma delas mal podia esperar pela minha varinha, enfim ela me mostrou uma varinha um tanto curiosa que me chamou atenção, senti que aquela varinha seria minha.E assim feito a virinha me escolheu, agradeci a ela e sai da loja. Voltando ao ggrande e extenso beco diagonal para comprar meus materiais.

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Ter 23 Dez 2014, 21:37

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Amy Jessica Pond em Ter 30 Dez 2014, 10:56

O Beco Diagonal estava lotado naquela manhã de segunda feira. O clima também não ajudava muito; nevava de forma que os estabelecimentos pareciam bolinhos confeitados com chantili, e até mesmo sozinha como eu estava, era difícil acessar qualquer um deles. Com muito custo cheguei ao Gringotes, o banco dos bruxos. Saí de lá com uma pequena sacola de moedas bruxas, tropeçando nas escadas escorregadias devido á neve que se acumulava nos degraus.
Após muito andar e comprar o que precisava (uniforme, ingredientes para poções e livros) me dirigi por último ao Olivaras, uma pequena loja de varinhas cujo dono possuía o mesmo nome. Assim que entrei comecei a olhar ao redor; havia uma almofada empoeirada logo na vitrine e em cima dela uma varinha de aspecto antigo, varias caixas vazias depositadas em um canto e, bem atrás do balcão, prateleiras e mais prateleiras abarrotadas de pequenas caixinhas... e trepado em uma escada estava um senhor de cabelos brancos e olhos azuis esbugalhados. Ele sorriu para mim com uma expressão simpática e logo desceu os degraus com varias das caixinhas empilhada nos braços.
-Como vai Srta. Pond? Achei que apareceria aqui mais cedo ou mais tarde...- disse Olivaras, abrindo as caixinhas e depositando-as no balção.
Engoli em seco. Os seus olhos me fitavam de uma certa forma que me dava arrepios.
-Go-gostaria de uma varinha senhor...- gaguejei.
Ele sorriu. - Claro, tome esta- disse me estendendo uma varinha.
Peguei-a e não aconteceu nada. Olivaras pegou-a de minha mão e me deu outra.
-Tente esta.
Experimentei umas quinze varinhas até chegar a uma da qual senti que seria minha.
Paguei a Olivaras, agradeci e saí da loja satisfeita.

Olivaras
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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Annie em Ter 30 Dez 2014, 12:59

Entrei no varinha Olivaras, havia quebrado minha varinha, nunca fui a senhorita que não é desastrada, fui recebida por uma mulher que me perguntou:

-O que deseja senhora ?-Senhora, eu não estava velha, afinal estava com apenas 23 anos, mas relevei por estar com um humor excelente e eu respondi educadamente:

-Eu gostaria de uma varinha-Pelo meu olhar ela já sabia que eu havia quebrado, mais uma varinha.Após testar todas as varinhas possíveis achei uma, paguei os galeões e recebi meu troco, e sai dali.


Última edição por Annie Collins Wanderwood em Ter 30 Dez 2014, 13:00, editado 1 vez(es)
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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Ter 30 Dez 2014, 12:59

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Ágatha Prentis em Sex 02 Jan 2015, 16:56



Varinha

HOGWARTS

Ágatha estava tão avoada por esses dias que acabou se esquecendo de algo muito importante...sua varinha!! Pra falar bem a verdade, Agie não fazia a menor ideia de onde comprar uma varinha, e nem saberia como e qual escolher. Enquanto estava na Sala Comunal da Sonserina por um dia desses, perguntou a uma menina do segundo ano onde poderia encontrar uma varinha, e foi aí que descobriu que deveria ir ao Beco Diagonal e então poderia comprar uma varinha no Olivaras. Agie fez questão de se informar sobre como chegar lá e então a menina explicou tudo para Agie, que depois agradeceu e então se retirou. Foi até o dormitório, trocou de roupa, chamou Ivy, que estava lendo um livro e então as irmãs seguiram rumo a seu destino.

BECO DIAGONAL

Lojas para todo lado, pessoas andando para lá e para cá. Agie tinha que desviar o tempo todo para não trombar com alguém e ser pisoteada ~Credo, que lotação~ Pensou desviando de um grupo de meninas que, vai saber porquê, tinham a necessidade de andar de mãos dadas...e elas eram em cinco! ~Já não tem muito espaço...povinho sem noção ~ Pensou irritada.

Seguiram caminhando vagarosamente e com cuidado enquanto Ágatha olhava para o lado direito, e Ivy olhava para o lado esquerdo da rua procurando por Olivaras.

-Olivaras...Olivaras... – Disse para si mesmo enquanto procurava pela loja.

- Achei, é aqui Agie! – E Ivy cutucou o ombro da irmã enquanto com a outra mão apontava para a loja.

- Ai, finalmente! – Bufou Agie enquanto ia atrás da irmã.

Ao abrir a porta as garota se depararam com toda aquela poeira e bagunça ~Que lugar mais desprezível~ Pensou ao olhar ao redor  ~E é aqui que vou comprar minha varinha...lamentável~ Pensou desapontada enquanto olhava para a vitrine ~Chamam isso de vitrine?~ Pensou inconformada ao olhar para aquela única varinha em uma almofada púrpura...quanta opção, não?

Não havia ninguém atrás do balcão, e então Agie tocou o sino para que alguém viesse lhes atender. Se sentou na única cadeira que tinha e esperou por uns minutos até que chegou alguém. Ivy esperou em pé pois Agie fora mais rápida e acabou se apoderando primeiro da cadeira.

-Pois não?! – Disse a atendente.

-Boa tarde! Gostaríamos de comprar uma varinha... –  Disse Ivy enquanto via a irmã se levantar e se aproximar do balcão. E então deixou que a atendente fizesse sua parte, pois as meninas sinceramente não sabiam como se comprava uma varinha. Iriam dizer o que? “Quero uma varinha assim, assim, assado?”...portando acharam melhor ficarem quietas.

-Huuum , pois bem! – E a atendente ficou encarando as gêmeas, como se estudasse a personalidade e procurasse alguma diferença além da cor do cabelo – Quais seus nomes?– Perguntou enquanto ia para um tipo de corredor no qual as paredes eram estantes com caixas todas empoeiradas.

-Eu sou Ágatha e ela é Ivy Prentis – Respondeu Agie indiferente. O que isso importava?

-Huuuum!! – E então ela subiu numa escada com rodinhas e ia de um lado para o outro. Pegou algumas caixinhas e então tornou ao balcão – Eu acredito que uma dessas irá ser perfeita para as senhoritas. Ande, podem testar! – E então ficou olhando para as duas.

Agie olhou para a Ivy e ficou com cara de “Ahn?”...Pegou uma das caixinhas empoeiradas e encostou o mínimo possível de seus dedos para não sujar muito a sua mão ~Custa limpar? Deve ter um feitiço muito simples para isso~ Pensou.

A primeira varinha era horrível, toda torta...simplesmente repugnante. Agie pegou a varinha na mão e então olhou para sua irmã. As duas ficaram frente a frente, e sem saber do perigo, apontaram a varinha uma para a outra, mas não ao mesmo tempo. Ivy o fez primeiro.

A mão de Ivy começou a “pegar fogo”, fazendo com que a garota soltasse a varinha no chão.

- Aaaai! Isso queima – Reclamou Ivy enquanto chacoalhava a mão freneticamente.

Agie riu sem querer, mas se controlou pois sabia que Ivy ficaria brava, e além disso, não sabia o que aconteceria com ela e sua varinha. Agie apontou para Ivy, mas o que aconteceu foi estranho, um feixe de luz azul saiu da ponta de sua varinha, por sorte Ivy desviou rapidamente. A parede ficou com uma mancha preta de queimado, mas não era fogo, e sim um tipo de corrente elétrica que gerou um choque.

- Cuidado comigo, Agie! – Resmungou a irmã!

- Desculpa, eu não imaginava!! – Disse Agie.

- Definitivamente não, choques não são bem-vindos... muito menos esquentar a mão...tentem outra – Disse a atendente.

Agie colocou a varinha de volta na caixinha e então abriu outra caixa e pegou a segunda varinha ~Provavelmente essa vai ser ruim e a terceira vai ser boa, é sempre na última tentativa que dá certo mesmo~ Pensou a garota.

Logo ao pegar a varinha, Agie sentiu algo muito estranho, era uma sensação muito boa. Sentiu um calor que vinha de seu interior, e seus cabelos meio que esvoaçaram, o que era estranho pois estava em uma sala fechada. No instante seguinte, Ivy começou a flutuar, e era a varinha de Agie que estava fazendo isso com ela.

- Ah sim, essa é a varinha perfeita, eu já sabia! – Disse a atendente.

~Como assim já sabia? Como isso é possível? ~ Pensou Agie inconformada. Nem conhecia a menina e simplesmente já sabia? Que tipo de gente é essa? Muito estranho. Mais estranho ainda foi o fato de ter dado certo na segunda tentativa, e não na última como de costume.

- Aii, ótimo, então vou levar essa! – Disse Ágatha  sorridente enquanto olhava para a irmã, que aos poucos foi retornando ao chão.

Ivy pegou a segunda varinha, e de instantâneo foi arremessada para trás. Foi um susto e tanto, Ivy só parou de ser arremessada quando bateu com as costas na porta.

Agie arregalou os olhos enquanto viu Ivy se levantar com muito ódio.

-Tinha que ser comigo, né?! – Sua vontade era de quebrar a varinha ao meio, mas conseguiu se controlar e pegou outra varinha – Se a próxima me machucar, eu volto outro dia! – Resmungou enquanto pegava a outra varinha.

Fora um momento muito interessante e literalmente mágico. Era como se minúsculos fogos e artifícios na cor roxa brilhassem por volta de Ivy. Agora sim, agora Ivy tinha encontrado sua varinha.

- Bom, acho que vai ser essa então! – Disse satisfeita.

- São ótimas varinhas, realmente muito boas! – Disse a atendente.

Ágatha sinceramente não sabia o que responder. Deu uma risadinha totalmente sem graça, e entregou o dinheiro.

-Obrigada! – Disse enquanto ia se retirando da loja.

~Uma ótima varinha...quem tem que ser bom é o bruxo, se não de nada vale uma boa varinha ~ Pensou enquanto pegava caminhava para fora da loja.

- Você está bem? – Perguntou se referindo ao arremesso que Ivy sofrera.

- Estou sim...mas convenhamos, aquilo foi TÃO desnecessário! – Respondeu com raiva enquanto revirava os olhos.

-Ah sim!...Mas foi engraçado! – E Agie caiu na gargalhada!

Ivy lhe bateu no braço como quem dizia “pare de rir de mim ou eu te arremesso aqui no meio dos outros”. E foi assim o caminho de volta à Hogwarts. Agie zoava Ivy, e Ivy ameaçava se vingar de Ágatha em público.

Narração – Atendente Ágatha - Ivy

OBS.: Ações autorizadas e combinadas com Ivy Prentis
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Última edição por Ágatha Prentis em Sab 03 Jan 2015, 08:57, editado 1 vez(es)



Ágatha Prentis

• If you shoot me, shoot to kill. Well, if I get up, you will be dead in history. - - -

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Sex 02 Jan 2015, 16:56

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Ivy Prentis em Sex 02 Jan 2015, 17:25

Ivy e Ágatha seguiram rumo ao Beco Diagonal para comprarem suas varinhas e tudo o que estava faltando de sua lista de materiais. Procuravam primeiramente por Varinha Olivaras. Haviam muitas lojas para todo lado, pessoas andando para lá e para cá, estava complicado de andar, mas as irmãs seguiram caminhando vagarosamente e com cuidado enquanto Ágatha olhava para o lado direito, e Ivy olhava para o lado esquerdo da rua procurando por Olivaras.

-Olivaras...Olivaras... – Disse para Agie si mesmo enquanto procurava pela loja.

- Achei, é aqui Agie! – E Ivy cutucou o ombro da irmã enquanto com a outra mão apontava para a loja.

- Ai, finalmente! – Bufou Agie enquanto ia atrás da irmã.

Ao abrir a porta as garotas se depararam com toda aquela poeira e bagunça. Ivy e Ágatha se entreolharam, não precisavam nem falar nada, o olhar dizia tudo. Que lugarzinho mais sem graça, sujo e nada atrativo - Só vendem porque não tem outro lugar, isso aqui não atrai cliente nenhum - Pensou abismada.

Não havia ninguém atrás do balcão, e então Agie tocou o sino para que alguém viesse lhes atender. Se sentou na única cadeira que tinha e esperou por uns minutos até que chegou alguém. Ivy esperou em pé pois Agie fora mais rápida e acabou se apoderando primeiro da cadeira.

-Pois não?! – Disse a atendente.

-Boa tarde! Gostaríamos de comprar uma varinha... –  Disse Ivy enquanto via a irmã se levantar e se aproximar do balcão. E então deixou que a atendente fizesse sua parte, pois as meninas sinceramente não sabiam como se comprava uma varinha. Iriam dizer o que? “Quero uma varinha assim, assim, assado?”...portando acharam melhor ficarem quietas.

-Huuum , pois bem! – E a atendente ficou encarando as gêmeas, como se estudasse a personalidade e procurasse alguma diferença além da cor do cabelo – Quais seus nomes?– Perguntou enquanto ia para um tipo de corredor no qual as paredes eram estantes com caixas todas empoeiradas.

-Eu sou Ágatha e ela é Ivy Prentis – Respondeu Agie indiferente. O que isso importava?

-Huuuum!! – E então ela subiu numa escada com rodinhas e ia de um lado para o outro. Pegou algumas caixinhas e então tornou ao balcão – Eu acredito que uma dessas irá ser perfeita para as senhoritas. Ande, podem testar! – E então ficou olhando para as duas.

Agie olhou para a Ivy e ficou com cara de “Ahn?”...Pegou uma das caixinhas empoeiradas e encostou o mínimo possível de seus dedos para não sujar muito a sua mão.

A primeira varinha era horrível, toda torta...simplesmente repugnante. Agie pegou a varinha na mão e então olhou para sua irmã. As duas ficaram frente a frente, e sem saber do perigo, apontaram a varinha uma para a outra, mas não ao mesmo tempo. Ivy o fez primeiro.

A mão de Ivy começou a “pegar fogo”, fazendo com que a garota soltasse a varinha no chão.

- Aaaai! Isso queima – Reclamou Ivy enquanto chacoalhava a mão freneticamente. Aquela com certeza não tinha sido uma experiência agradável.

Agie riu sem querer, mas se controlou pois sabia que Ivy ficaria brava, e além disso, não sabia o que aconteceria com ela e sua varinha. Agie apontou para Ivy, mas o que aconteceu foi estranho, um feixe de luz azul saiu da ponta de sua varinha, por sorte Ivy desviou rapidamente. A parede ficou com uma mancha preta de queimado, mas não era fogo, e sim um tipo de corrente elétrica que gerou um choque.

- Cuidado comigo, Agie! – Resmungou a irmã!

- Desculpa, eu não imaginava!! – Disse Agie.

- Definitivamente não, choques não são bem-vindos... muito menos esquentar a mão...tentem outra – Disse a atendente.

Agie colocou a varinha de volta na caixinha e então abriu outra caixa e pegou a segunda varinha. Ivy ficou muito mais atenta dessa vez - Espero que não aconteça mais nada de ruim, não estou com sorte hoje - Pensou cautelosa.

Logo ao pegar a varinha os cabelos de Agie meio que esvoaçaram, o que era estranho pois estava em uma sala fechada. No instante seguinte, Ivy começou a flutuar, e era a varinha de Agie que estava fazendo isso com ela.

Ivy sorrisou enquanto fazia umas poses discretas no ar - Estou "voando", isso é tão bom! - Pensou a garota enquanto se sentia o máximo, só esperava não voltar ao chão com tudo, pois seria horrivel e doloroso.

- Ah sim, essa é a varinha perfeita, eu já sabia! – Disse a atendente.


- Aii, ótimo, então vou levar essa! – Disse Ágatha  sorridente enquanto olhava para a irmã, que aos poucos foi retornando ao chão.

Ivy pegou a segunda varinha, e de instantâneo foi arremessada para trás. Foi um susto e tanto, Ivy só parou de ser arremessada quando bateu com as costas na porta.

Agie arregalou os olhos enquanto viu Ivy se levantar com muito ódio.

-Tinha que ser comigo, né?! – Sua vontade era de quebrar a varinha ao meio, mas conseguiu se controlar e pegou outra varinha – Se a próxima me machucar, eu volto outro dia! – Resmungou enquanto pegava a outra varinha.

Fora um momento muito interessante e literalmente mágico. Era como se minúsculos fogos e artifícios na cor roxa brilhassem por volta de Ivy - Eu amo roxo! Da cor do meu cabelo, é essa, só pode ser essa - Pensou animada. Agora sim, agora Ivy tinha encontrado sua varinha.

- Bom, acho que vai ser essa então! – Disse satisfeita.

- São ótimas varinhas, realmente muito boas! – Disse a atendente.

Ivy sinceramente não sabia o que responder. Deu uma risadinha totalmente sem graça, e entregou o dinheiro.

-Obrigada! – Disse Ágatha enquanto ia se retirando da loja logo atrás de Ivy, que segui com pressa, pois não via a hora de sair daquele lugar empoeirado.

- Você está bem? – Perguntou se referindo ao arremesso que Ivy sofrera.

- Estou sim...mas convenhamos, aquilo foi TÃO desnecessário! – Respondeu com raiva enquanto revirava os olhos.

-Ah sim!...Mas foi engraçado! – E Agie caiu na gargalhada!

Ivy lhe bateu no braço como quem dizia “pare de rir de mim ou eu te arremesso aqui no meio dos outros”. E foi assim o caminho de volta à Hogwarts. Agie zoava Ivy, e Ivy ameaçava se vingar de Ágatha em público.

Narração – Atendente Ivy Ágatha





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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Sex 02 Jan 2015, 17:25

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Yuno Salvatore em Qui 15 Jan 2015, 19:32

Entrei na loja de varinhas Olivaras e encontrei uma moça muito legal.
Posso ajuda-la?
Sim procuro uma varinha!
Poderemos acha-la!
A moça foi pegando varias varinhas e eu fui testando mas umas das ultimas que me chamo a atenção de verdade, pensei que ela aquela varinha depois de um monte somente uma funcionou e foi a que me chamo a atenção.Era a Cabelo de Veela de 28cm pelo oque eu entendi.
Acho que e essa-Disse vidrada na varinha.
Bem como tua acha, testea!-Disse a dona da loja.
Erá a varinha certa a que funcionou era minha varinha.
Sai da loja para comprar o resto dos meu materiais.


Narração:
Dona da loja
Eu (Yuno Slavatore)


Última edição por Yuno Slavatore em Qui 29 Jan 2015, 10:12, editado 2 vez(es)
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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Jessica Prescott em Ter 20 Jan 2015, 16:07

Achava um saco. Um SACO fazer compras escolares. Mas mesmo assim foi parar na frente de uma loja feita de tijolos muito velhos com uma placa na porta escrito ‘‘Varinhas de Olivaras: Artesãos de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C.’’

UNF! - grunhiu Savannah assim que entrou na loja e sentiu o cheiro de mofo. ‘Parece que não limpam esse lugar desde 382 a.C também’ pensou enquanto olhava as milhares de caixas empoeiradas. Quando olhou pra frente e viu um senhor com uma cara muito simpática e sorridente - Era só o que me faltava.. - grunhiu

-- Bom dia! Primeiro ano em Hogwarts não é? - Disse o senhor sorrindo

-- Exato - disse Savannah impaciente - vim buscar minha varinha.

-- Sim, sim! Claro! A varinha.. Vejamos.. - então começou a tirar várias caixas e empilhar até conseguir alcançar uma caixa cor de vinho - Aqui esta! Experimente essa! - disse ele entregando a caixa a Savannah

Assim que a garota abriu a caixa já sabia que aquela varinha seria sua eterna companheira. Então, quando a pegou sentiu de imediato uma sensação.. não sabia explicar, era um tipo de energia que emanava de sua varinha. Mas tinha mais alguma coisa, não era só a energia.. era uma mistura de felicidade com nervosismo. Odiava admitir, mas estava nervosa. E nervosismo a deixava envergonhada, nunca aceitara esse sentimento.. era humilhante.

-- Está nervosa, querida? -- Disse o velho ao ver a tensão

-- Ha! EU? NERVOSA? Que palhaçada.. -- o velho deu uma risadinha, o que a deixou ainda mais irritada

-- Parece que essa serviu direitinho! É feita de teixo com núcleo de pena de fênix, 35 cm, muito poderosa! Varinhas de teixo costumam ser muito boas para maldições e duelos então tenha cuidado.. - Disse o velho ignorando a irritação de Savannah

Savannah não tinha percebido pois prestava atenção no que o senhor dizia, mas saíam faíscas vermelhas de sua varinha. Seus olhos brilhavam e deu um sorriso discreto - Ehh.. obrigada.

Savannah pagou e saiu da loja antes que se contaminasse com a simpatia do velho.


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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Ter 20 Jan 2015, 16:07

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Stephen James von Tudor em Qua 04 Fev 2015, 21:43


    Andando pelas vielas do Beco Diagonal, Stephen percorria suas vitrines com o olhar realmente estabacado. O jovem bruxo nunca viera até o local, muito comentado em casa por seus pais. Em histórias e livros vira várias das lojas que se dispunham ao longo deu suas calçadas, Stephen comparava suas imagens mentais às reais. Suspirando o ar não muito agradável que a aglomeração de bruxos provocava, sentou-se por alguns instantes num banco qualquer ao lado de uma loja de caldeirões.

    Estalando os dedos, ergueu o rosto de traços infantis e observou tantas pessoas correndo, caminhando, trotando de um lado a outro; percebeu que a grande maioria dos bruxos mais velhos dirigiam-se ao banco um pouco angulado que ficava bem no meio do cruzamento: o famosíssimo Gringotes e a maioria das crianças iam à loja de artigos para Quadribol ou a Florean Fortescue, poucas iam até as de varinhas... Varinhas!

    Stephen estava sozinho, apenas com alguns galeões no bolso, pois seu pai fora até o banco minutos antes resolver de algo que ele não entendia; disse que Stephen comprasse algo para passar o tempo. Havia uma livraria num canto da esquina, porém estava tão cheia que o garoto não tinha esperança de poder escolher algum livro em paz. Caminhou, então, em direção à Olivaras.

    Uma única varinha pousada em almofada púrpura era apresentada na vitrine que continha os dizeres 'Artesãos de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C' que deixaram o garoto curioso. A loja era um pedaço perdido em meio às lojas chamativas e bem decoradas da rua. Estreita, com pintura descascando e de um vermelho fosco pelo tempo. Stephen abriu a porta, receoso. O que encontrou dentro daquelas paredes pouco atrativas foram pilhas - eu digo pilhas! - de caixas contendo varinhas das mais variadas cores e formatos. Um velho senhor estava sentado na única cadeira, que parecia disposta para clientes, e levantou-se em prontidão logo que o menino entrou.

    -Olá jovem bruxo, procura por varinhas? Vamos ver o que encontramos para o jovem Tudor. - Seu sorriso espalhou-se pelo rosto tão imediatamente quanto o espanto no de Stephen. Poucos minutos depois ele saiu levando sua varinha envolta em uma caixa negra com o brasão da loja em dourado.

Observações:
1. Já coloquei meu nome com a correção (da qual já fiz o pedido);
2. A edição foi apenas pelas observações;
3. O período em que o post ocorre é quando o personagem possui 11 anos.
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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Qua 04 Fev 2015, 21:43

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Violet G. Montgomery em Sex 06 Fev 2015, 16:28

Estava muito animada para meu primeiro ano em Hogwarts. Meu pai sempre me contava aventuras e histórias que ele viveu durante os 7 anos nessa escola, inclusive foi lá onde ele e minha mãe se conheceram. Desde criança sonhava em conhecer esse lugar incrível que ele tanto falava, e sentia como se ainda fosse demorar muito para esse dia chegar, mas o tempo passou tão rápido que sem perceber, cá estou eu, no Beco Diagonal, comprando meus materiais para meu primeiro ano escolar em Hogwarts.

Após pegar dinheiro bruxo no Banco Gringotes, o primeiro lugar que decidi ir foi, é claro, Olivaras. Afinal, o que é mais importante para um bruxo que sua varinha? Juntamente com minha mãe, entramos na loja da varinhas. Já havia alguns primeiranistas assim como eu testando suas varinhas, então tive que esperar eles terminarem para poder descobrir qual a minha.

Então chegou a minha vez. O dono da loja, um velhinho chamado Olivaras, dirigiu um sorriso para mim e para minha mãe.
- Srta Montgomery! Como o tempo passa, lembro quando sua mãe veio aqui escolher sua varinha no seu primeiro ano em Hogwarts. O mesmo com seu pai... E agora chegou a sua vez... - Minha mãe deu uma risadinha, provavelmente se lembrando do passado. - Bom, vamos ao que interessa. Vou pegar algumas varinhas e a Srta vai tentar usá-las... Quando for a varinha certa para você, você sentirá, não se preocupe. - Murmurei um "Ok", eu estava um pouco nervosa, admito. Enquanto isso, Olivaras pegava algumas caixas e ia abrindo uma por uma.

Ele me entregou a primeira varinha. Balancei ela desajeitadamente, mas nada de especial aconteceu. Tentei com outra. Essa era um pouco mais comprida e maleável. Acabei atingindo uma estante no fundo da loja e a derrubando. Tive que passar por esse mesmo processo várias e várias vezes até finalmente achar a varinha certa. Quando peguei ela na mão, ela soltou faíscas e luzes da ponta. Olhei para minha mãe e sorri, orgulhosa. Olivaras falou algumas características sobre a minha varinha e logo após agradeci e fui embora com minha nova varinha, rumo as outras lojas do Beco. Ainda havia muitas coisas para comprar.



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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Sex 06 Fev 2015, 16:28

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Dom 08 Fev 2015, 14:35

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Jynx L. Valchard em Qui 05 Mar 2015, 23:46

It's a rebirth, and all will fall.
Estava frio, tão frio que o vento ao passar, uivava em uma cacofonia desnorteante, revoando vestidos e levando chapéus consigo. Ao entreabrir os lábios, por meros segundos, apenas em um movimento rotineiro de bocejar, uma maça de ar se deslocava no ar, produzindo uma suave fumaça branca.

O local parecia em plena decadência, desde seu calçamento falho, onde cada pedra que formavam a pavimentação se soltava aqui e acolá. As faixadas, da maioria das lojas, estavam em estado decrépito, com montoeiras de coisas que não me pareciam normais, penduradas e amostras para quem quisesse comprar. Mas, quem em sã consciência se daria ao desprazer de comprar coisas que se mexiam, criaturas bizarras com mais de dois olhos, e é claro, itens que iam de penas à garras de "dragão".

Sutilmente, pigarreei, chamando a atenção da mulher que me acompanhava. Era uma senhora franzina, de nariz adunco, pele enrugada em locais variados, cabelos grisalhos que constatavam com a pele em tom marfim, sem contar o sorriso lustroso, que por ventura lhe faltava parte de um canino. Contudo, toda a moldura, trazia um charme de pitoresco, melhor falando; uma avó que servia a quem chegasse em sua casa com bolos, brownies e o que quer que possuísse. Com seu olhar, a mulher me reconfortou.

Então, não era de todo mal. E eu entendia o motivo de meu pai, ter entrado em contato com a senhora para me levar e ajudar no Beco Diagonal. Minha bisavó, quando chegou a tal carta de Hogwarts, desesperou-se quando soube da minha fatídica ida. Parecia ter rejuvenescido 20 anos, de tal forma, que em menos de 24hrs estava batendo na porta de minha casa, convocando-me para uma conversa. Me informou de todos os perigos possíveis, mas como sempre ouvi: Quem conta um conto, aumenta um ponto.

E para uma nascida trouxa, aquilo tudo não passou de uma baboseira. Até ver com meus próprios olhos o que constituía o Mundo Bruxo.

Não era perigoso, talvez uma queda aqui e ali pela rua mal-feita. Mas tirando isso, me parecia apenas um punhado de lojas velhas, com atendentes velhos, coisas velhas e cheiros velhos. Entretanto, o frio incomum não abalou outros pseudos-alunos de se aventurarem por ali, havia tantas crianças quanto a Disneyland durante as férias de verão, nunca estive em um local tão abarrotado.

A principio, estava sendo divertido.

Esquecendo-se da demora, talvez proposital, do balconista da tal revendedora de varinhas. Pigarreei novamente, sendo alvo de olhares impertinentes.  Até que enfim, um homem de aparência cansada, seu corpo era bem formado, mas a barriga despontando para frente, e os cabelos brancos não deixavam de delatar sua idade.

"O que deseja?" Perguntou-me, sua voz reverberou no ar de modo solene. Ao olhar para a senhora que me acompanhava, Olivaras efetuou uma reverência, o que a forçou a fazer o mesmo.

"Uma varinha, não é isso que você vende?" Arqueei uma sobrancelha, sorrindo para o homem. Ele riu em conjunto, virando-se nos calcanhares e se embrenhando entre centenas de caixas, que formavam corredores apertados, mas longínquos. Ao regressar, carrega três pequenas caixinhas, todas de coloração branca. Abriu a primeira, resguardando uma varinha de grande, almejando mais de 20cm, sua madeira era torta, flexível. Me estendeu o objeto.

Apesar de ter gostado desta, ao empunhá-la, um feixe de luz branco pairou no ar, ricocheteando o lustre. Arregalei os olhos. Além de pagar a bendita, teria que pagar o lustre!
O velho se desatou a rir, negando com a cabeça o feito. Tomou o item de minhas mãos, capturando uma segunda varinha. Esta era de tons claros, suaves, quase que como pérola, pequena e lisa. A tomei em mãos, nada aconteceu.

Suspirei, a varinha não me aceitou. Duvidei de meus dons, mas Olivaras foi tão gentil comigo, que ao me dar a terceira varinha, ela brilhava de tal modo quando a olhei, que meu coração disparou, retumbando dentro do peito. Segurei-a, os dedos firmemente ao seu redor, formando nós em suas junções. Uma luz esbranquiçada a envolveu, os objetos ao nosso redor, se ergueram por vontade própria.

Naquele momento, eu entendi que ela era minha. Olivaras sorriu languidamente, feliz pela descoberta. Com sua voz solene, ditou;

"Uma bela varinha." Todos nos olharam, parecia ser uma boa varinha. "Não me lembro do último que obteve uma dessas."

Fiquei feliz, quase que em paz. A senhora pagou Olivaras, resguardei a varinha na mochila. O dia ainda seria longo, ao dar tchau para o homem, guardei mentalmente toda a sua gentileza, iria me lembrar para sempre daquele momento.

Por fim, retornei à rua abarrotada de alunos.

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Qui 05 Mar 2015, 23:46

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Dom 08 Mar 2015, 18:11

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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Ashley Scofield em Seg 09 Mar 2015, 15:53

Entrei na loja do senhor Olivaras após fazer todas as minhas compras. Faltava agora apenas a varinha, o que na verdade era o mais importante para mim. Assim que passei pela porta um sino de campainha tocou mostrando que havia clientes na loja. Um senhor simpático aproximou-se, saindo de trás das estantes e aparecendo atrás do balcão. Algumas palavras, alguns cumprimentos e saudações foram trocadas e algumas varinhas foram testadas. As primeiras fizeram-me destruir alguns balcões e janelas, o que fazia meu pai se divertir embora minha mãe não gostasse de todo aquele alvoroço. Finalmente, depois de alguns testes a varinha que seria a minha, para toda a vida, me escolheu.  Quando encontrei-a, peguei minha varinha e guardei-a com cuidados, após isso, paguei os galeões necessários e deixei a loja ao lado de meus pais.


OBS OFF: Acredito que fiz algo errado pois apareceu 5 opções ali kkk mas considerarei a primeira como minha varinha..


Última edição por Ashley Scofield em Seg 09 Mar 2015, 15:55, editado 1 vez(es)
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Re: Varinha Olivaras

Mensagem por Luck (Fortuna in Ludis) em Seg 09 Mar 2015, 15:53

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