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Praça da Concórdia

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Praça da Concórdia

Mensagem por Sutton R. Watsgrint em Dom 26 Out 2014, 23:57

É a segunda maior Praça da França. A primeira é a place dês Quinconces, porém esta não está localizada na capital francesa. O que faz da Concórdia a maior praça da capital francesa. Para os habitantes de Paris ela é algo que possibilita um melhor convívio com vizinhos, amigos, pais filhos. Já para os estrangeiros é uma forma de conhecer a historia do país e um belo passeio, principalmente para os fotógrafos que não vêem à hora de tirar fotos de todos os ângulos do local. Seu gramado é sempre verde e muito bem cuidado, pelo mesmo estão espalhadas varias placas com os dizeres: Não pise na grama. Em seu centro existe uma magnífica e grande fonte onde artistas passam horas, dias, alguns até meses tentando capturar cada detalhe da mesma, pelas flechas que carregam seus anjos a água cristalina sai, ela tão bela de se olhar que alguns arriscam serem pegues brincando com a mesma. As crianças fazem a festa no parquinho e no laguinho onde levam barcos de todos os tipos, que foram feitos para elas em uma das reformas do governo para ampliar a praça. Algumas mesas de jogos foram colocadas próximas a área infantil para os adultos se divertirem enquanto vigiam os filhos. Os bancos são aparentemente simples, porém logo se ver que são muito antigos e resistentes pelo seu design, estão espalhados por todo o local assim como vários caminhos de pedras planas entre arvores e a grama que também contornam a fonte.






Suh


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Re: Praça da Concórdia

Mensagem por Missy W. Dayne em Qua 23 Nov 2016, 14:27


and Missy...
make the chaos
S
entada no bar, com seus cabelos negros muito bem penteados, combinando com sua roupa formal vermelha, extremamente sensual, Missy esperava por sua presa. Como um lobo que observa bem antes de atacar, já havia algum tempo que ela observava aquele homem.

Sabia que ele gostava de lounges, sabia que ele gostava de ter várias mulheres, sabia que ele tinha uma família, sabia que ele fazia parte do ministério francês, sabia que era um auror. Aquela era a combinação perfeita para o início do caos, o perfeito início.

Viu-o se aproximar, caminhando já bêbado. Riu para dentro, sentindo o aroma de sangue-puro que aquele homem emanava. Seria mais fácil fingir que estava na dele, afinal, qual boa comensal não cai de amores por um sangue puro fácil de matar?

Cruzou suas pernas, se inclinando mais para o bar, fazendo com que as aberturas em seu vestido vermelho mostrassem suas coxas fartas, mais a linha de contorno de seu traseiro bem avantajado e empinado. Foi uma questão de segundos para que os olhos daquele homem caíssem na pele alva e depois na face de Missy.

Sabendo disso, começou a atuação. Fez com que seus olhos verdes subissem vagarosamente na direção do homem, em uma ação inocente. Piscou duas vezes e deu um sorriso tímido, como um convite para que ele se sentasse a seu lado.

Assim ele o fez. Logo o homem pediu duas taças de champagne para eles e Missy forçou uma risada tímida, aceitando o convite. Assim que o bar-man colocou-as na frente deles, o moreno levantou o copo.

Para a mulher mais bela dessa festa! — Anunciou, dirigindo o copo para Missy, que gentilmente aceitou o brinde. Enquanto isso, uma cantora começava seu show no palco.

Duvido que seja a mais bela. — Brincou, tentando fazer com que seu Francês passasse pelo mais natural possível. — Olhe para a cantora, é perfeita.

O que você está dizendo, minha linda, você é a mais perfeita. — Sua mão acariciou a pálida face de Missy, que, a contragosto, aceitou o carinho de olhos fechados.

Se estivesse como ela mesma, o homem já estaria morto. Porém, as suas ordens eram destruir a paz no mundo mágico e assim seria.

Eu ainda nem sei seu nome… — A morena falou num sussurro, interrompendo o beijo que o idiota do auror estava prestes a dar.

Francois. Francois Beaumont. — O loiro sorriu, levantando sua taça de champagne e bebendo um gole rápido. — E vossa graça?

Octavia Jeanne. — Sorriu, dizendo o primeiro nome francês que viera em sua mente. Ambos sorriram.

Não me leve a mal, Octavia, mas meu deus… Que decote lindo! — Falou ele, olhando diretamente para os seios de Missy, ela deu uma gargalhada, parecendo mais a Missy do que a personagem que ela estava interpretando.

Não quer vir tocar?

(...)

Como grande parte dos homens, Francois foi facilmente enganado por uma mulher. Missy já o tinha esperando por ela na cama do motel. O idiota realmente pensava que ela abriria as pernas para ele, mas nem beijar direito o retardado sabia.

Enquanto ele esperava que Missy se aproximasse com alguma camisola sensual – o que ela era obrigada a fazer para o plano funcionar direito – ela confirmava se os seus “ajudantes” estavam prontos. Francois lhe enojava, então, não planeava dar-lhe uma morte rápida ou indolor.

Porém Missy tinha arquitetado seu plano muito bem. Antes de se encontrar com o auror, tinha lançado um Imperio básico em toda sua família trouxa.

Abriu a porta do banheiro, saindo vagarosamente do cubículo e andando lentamente em direção de Francois, que falava coisas desconexas graças à quantidade de álcool que tinha bebido mais cedo. Missy se jogou em cima dele e tapou seus olhos com uma venda.

E, num movimento rápido, cortou o tendão da mão direita do mesmo, impossibilitando-o de usá-la. Logo usou um feitiço para que ele não pudesse gritar e cortou o tendão da mão esquerda. Missy se levantou rapidamente e suspirou, arrumou seus cabelos e olhou firmemente para o auror que se debatia.

Seu merda.

Logo ela estalou os dedos e voltou à sua roupa preta de comensal e sorriu. O homem, que possivelmente conhecera o que era ela, começou a se debater com mais força. Insensível, Missy o pegou pelo pescoço e aparatou dali.

(...)

Um novo dia, um belo dia por sinal. Missy estava pronta para a tortura. Pronta para começar o inferno na terra que tinha sido encarregada.
Francois estava preso em um poste de madeira, ainda adormecido. Sua família, constituída por uma mulher trouxa e seus dois filhos mestiços, todos sob o poder de um Imperio bem lançado. Missy estava pronta para começar sua festa.

Tinha estancado o sangue das mãos de Francois, ele não poderia morrer tão cedo, mas de certo que se conseguisse escapar, jamais usaria uma varinha novamente, não sem suas mãos. Só isso já era uma vitória para Missy, mas havia algo ainda pior em seus planos.

Bom dia, meu doce. — Missy falou calmamente, antes de dar um tapa na cara do loiro, que acordou num sobressalto.

Deu ao homem tempo para se aperceber da cena trágica à sua volta. Quando ele finalmente entendeu que, na sua frente, estava uma sádica prestes a matar sua família, ele começou a gritar, praguejar e xingar. A morena apenas sorriu, cruzando seus braços sob seu busto.

QUEM É VOCÊ?! — Gritou Francois se debatendo.

Sou Missy, ora essa. — A morena deu de ombros, como se nada fosse.

O QUE VOCÊ QUER DE MIM?! — Berrou ele novamente. Dayne revirou os olhos em descontentamento.

Foi me dado um trabalho muito básico: criar o caos. — Murmurou, pegando no queixo do homem e levantando-o. Ela sorriu com o olhar fulminante que vinha dele. — Deveria estar feliz por ser o escolhido.

Tirando sua varinha do bolso, Missy apontou-a para a cabeça de uma das crianças, com cara de inocente.

Deixe ele em paz. — Francois ordenou, vendo Missy pressionar a varinha na têmpora da criança.

Na-na-ni-na-não. — Sorriu. — Eu quero que me implore.

Eu lhe imploro, Missy, deixe meu filho em paz. — Ver o auror implorar fora uma experiência maravilhosa, até a fez tremer. Feliz ela deu de ombros.

Muito bem. — Estalando os dedos, Missy fez com que a família dele acordasse do Imperio.

Os gritos começaram, perguntas sem resposta enquanto Francois tentava assegurar à sua esposa e às crianças que tudo estava bem, que eles estariam seguros brevemente. A morena deu de ombros e começou a andar pela sala.

“Segurança” é uma ilusão, se me permitem dizer. Você nunca está seguro, tudo pode te matar nesse mundo tão, tão perigoso. — Falou a última parte manhosamente, se encostando à filha de Francois. Não deveria ter mais de dois anos e ela chorava compulsivamente.

Deixe ela em paz, eu imploro! Ela é só uma criança! Deixe ela viver! — A trouxa falou finalmente, fazendo Missy suspirar.

Viver? A pobrezinha não seria feliz vendo seu pai trair sua mãe com Paris inteira. E se ela descobrir? Bem, obilivate em cima. — Missy gargalhou, vendo a confusão que se gerou na cara da mulher.

Pare, pare com isso. — O louro murmurou, com lágrimas nos olhos.

Avada Kedrava. — Missy sorriu quando viu a cabeça da pequena criança loira tombar para a frente. Desamarrou as cordas, deixando o corpo cair no chão. Logo apontou para a mãe da falecida, que gritava e se debatia. — A CULPA FOI SUA, IMUNDA. SE NÃO QUER LANCHAR OS OLHOS DA SUA FILHA, SUGIRO QUE NUNCA MAIS FALE COMIGO!

Os gritos aumentavam na sala. Missy apenas suspirou, estava sendo mais barulhento do que ela imaginava. Bateu palmas e um elfo doméstico entrou na sala, arrastando o corpo para fora. Ele seria necessário para o ato final. Seus olhos correram até o rapaz mais velho, que olhava para ela furiosamente.

Ora, ora, um futuro serial-killer! Deixarei você vivo, criança. — Brincou, mas logo se aproximou de Francois, que chorava compulsivamente. — Hora da verdadeira diversão.

Tirou uma faca do bolso e fez um pequeno corte no ombro do homem, que grunhiu em resposta. Foi então que Missy começou tirando sua pele vagarosamente, fazendo-o gritar a plenos pulmões.

A sala se transformou numa música maravilhosa, onde gritos de dor, choros desesperados, pedidos de desculpa e risadas se misturavam, formando uma sinfonia. Algum tempo depois, o ombro e um pouco do pescoço do homem estava em carne viva. Missy, já se vendo sem tempo, virou os calcanhares para a única criança sobrevivente.

Você disse que me ia manter vivo… — Gaguejou o rapaz, sem emoção.

Menti. — Deu de ombros. Mas antes que ele pudesse ter qualquer reação, lhe lançou um crucio.

Se contorcendo e gritando no meio da sala, a criança implova ao pais que ajudassem. A trouxa estava calada, sofrendo com seu filho e Francois gritava para que Missy desse um fim aquela loucura. Então ela parou.

Odeio crianças. Pestes desobedientes. — Resmungou. — Avada Kedrava.

NÃO! PARE COM ISSO! PARE! — Novamente, a impura falara com Missy. O ódio borbulhou em suas veias, mas ela não mostrou isso.

Você tem toda a razão. Eu devo parar. — Levantou os braços em forma de rendimento. — Quem matará o pecador é você, querida.

Nunca!

Imperio! — Missy desamarrou as cordas e a mulher se levantou. Ela lhe entregou a faca e sorriu. — Mate o homem que lhe traiu a vida inteira.

Foram, ao todo, dezassete facadas. Para cada mulher diferente com que Francois se deitara naquele casamento que não ela. Missy, que assistira tudo num canto com um sorriso satisfeito, chamou a mulher para perto dela. Assim que ela se ajoelhou, Missy lhe deu um longo beijo.

Se mate. — Ordenou, limpando o batom que ficara em sua boca com um pano.

Se virou e chamou novamente pelo elfo, que já tinha sua obra pronta com o primeiro corpo. Rapidamente os outros corpos estavam prontos para serem colocados em seu locais. O caos seria feito.

Aparatou para a Praça da Concórdia, onde seu palco estava montado. Numa parte da praça, onde estavam feitiços de invisibilidade e para impedir passagem, suas cruzes estavam montadas.

Na mais alta de todas, estava Francois e, nas cruzes dos seus lados seus filhos. Aos pés da cruz de Francois estava sua esposa trouxa, que segurava a faca com que tinha cortado sua garganta, olhando esbugalhadamente para o nada. O elfo já tinha pintado no chão o que Missy ordenara e já tinha aparatado para longe.

Os trouxas, que já tinham notado a presença de algo invisível no meio da praça, estavam prontos para ser o público de Missy. Ela retirou o feitiço, deixando os gritos de horror e as perguntas sem resposta subirem no ar. Em breve, o mundo todo saberia de seu feito.

E se perguntarem por aqui, seus trouxas nojentos, digam que o Lorde mandou lembranças. — Falou antes de aparatar e a marca negra aparecer no céu.

E, a Praça da Concórdia que já tinha presenciado tantos eventos históricos presenciava mais um. Ela era o palco e o centro de espetáculos da cruficicação de um Sangue-Puro, que desonrara sua família se casando com uma trouxa e concebendo duas aberrações no mundo.

O caos tinha começado.


missy | francois | npc 1 | npc 2






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Missy W. Dayne

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