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Suprema Corte dos Bruxos

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Suprema Corte dos Bruxos

Mensagem por Albert M. McAlister em Sex 03 Jan 2014, 01:08



Tribunais




Localizado no último nível do Ministério, logo abaixo do Departamento de Mistérios, seu acesso se dá única e exclusivamente por um lance de amplas escadas, feitas inteiramente de mármore marfim, com paredes cobertas de pedras. Seu ambiente era um misto do clássico e luxuoso com o gélido e por vezes amedrontador. Sua iluminação feita por tochas de fogo eterno podia transmitir paz para aqueles de consciência limpa, ou ajudar o medo daqueles que cruzam seus degraus a ir para níveis mais altos. Ao fim das escadas as pessoas se deparam com uma espécie de corredor que servia como sala de espera para aqueles que eram testemunhas ou simplesmente visitantes dos tribunais, por sua vez com um ar mais neutro ainda que clássico. Tinha o piso do mesmo mármore marfim das escadas, paredes em tons de azul marinho e o quesito iluminação ficava por conta de luzes ambientes nos cantos do teto. Para o conforto, apenas uma fileira de cadeiras acolchoadas e cobertas com couro azul, quase do mesmo tom da parede, que se localizava rente à parede esquerda. Ao olhar para a direita, o que se via era um grande quadro, pintado na época da inquisição, representando o horror que fora vivido pelo mundo mágico, e era nesse quadro, que se guardava a entrada para o ambiente mais horripilante de todo aquele nível: A sala de espera dos réus. De chão e paredes de pedras nem sequer polidas, tinha um ar úmido, gélido, nas pedras cresciam musgos, lembrava os piores calabouços existentes, remetia à mais asquerosa cela imaginável em uma prisão. Bem ao centro, ficava localizada uma espécie de jaula, que não devia possuir mais do que seis metros quadrados, os ferros eram marcados com inscrições, até pedidos de misericórdia, pensamentos e ações que passaram pelas cabeças dos presos, culpados ou não que estiveram ali, esperando por minutos, horas ou até dias. Ao redor da jaula, havia uma mesa simples de madeira, e diante dela duas cadeiras que serviam para funcionários de Azbakan ou do Ministério que viessem a ser responsáveis pelos acusados, ficarem vigiando-os. A última coisa que completava a sala, era a porta que dava acesso ao interior do tribunal. Voltando ao corredor de pré-acesso aos tribunais, o fim deles se dá por uma enorme porta dupla, de madeira maciça, o mais puro pau-brasil trazido no século XVI para a Inglaterra e usado em algumas reformas da estrutura ministerial. Ao passar por elas, o visitante se vê por fim, no enorme anfiteatro que compreendia o Tribunal da Suprema Corte. Aquele sim, era o verdadeiro palco da justiça do Mundo Bruxo, era naquela enorme sala oval com ar clássico, onde se fazia valer cada uma das leis mágicas, onde bruxos lutavam por um mundo justo, no qual culpados fossem punidos e inocentes perdoados. De acentos recobertos por couro marrom perfeitamente enfileirados formando uma espécie de arquibancada semicircular, ao centro do semicírculo, as mesas da defesa e da acusação ficavam mais próximas aos visitantes. Um pouco mais adiante, bem ao centro, ficava uma única cadeira que servia ao réu. E diante de todo o anfiteatro, uma enorme mesa servia à suprema corte e ao corpo de jurados dos julgamentos em questão, ao centro dessa mesa, o presidente da suprema corte, que servia como juiz maior do mundo bruxo. Uma vez iniciado um julgamento, a Suprema Corte agia da melhor forma para que a justiça fosse feita, buscando, da maneira mais imparcial e correta possível, provas para defesas e acusações dos réus em questão, e no fim, o que importa é que as leis prevaleçam e o mundo bruxo tenha sua paz e justiça plenas.


Cada caso deverar ser iniciado e finalizado pelo Juiz


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Casa:: Sonserina
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Albert M. McAlister

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