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Cela 32

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Cela 32

Mensagem por Daniel Walker em Dom 04 Dez 2016, 10:23

Cela 32

Um cômodo grande e retangular, sem qualquer tipo de adorno e um janela minúscula com menos de seis centímetros que serve somente para que entre um mínimo de luz e ar para renovar o ambiente, há duas camas uma de cada lado e um pequeno banheiro anexo equipado com o máximo de simplicidade possível, tudo é enfeitiçado para que não possa ser arrancado de nenhuma maneira e dizem que no único espelho que há no local, há um tipo de feitiço que permite aos guardas espionar os prisioneiros sem sequer entrar na cela para isso.

Ministerio Auror

Daniel Walker

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Re: Cela 32

Mensagem por Daniel Walker em Dom 04 Dez 2016, 10:33



Deixando o Comensal

Ao entrar na prisão, guiei meu prisioneiro até a cela que estava vaga, a prisão estava organizada, novos guardas vagavam pelos corredores, de modo que era possível acreditar que Askaban era um local seguro para se deixar aquele fora da lei. Ao chegar em frente a cela olhei o interior da mesma, analisando-a despreocupadamente e de um jeito curioso. - Bem desagradável, não tão diferente de outras prisões que já vi. - Comentei, abrindo o portão da cela e jogando o comensal ali dentro.
O encarei levemente, depois sorri - Vai aguardar julgamento aqui. - tranquei a cela e aguardei o guarda realizar os procedimentos necessários para selar a cela completamente, me despedi do guarda e deixei Azkaban, levando comigo a varinha do comensal

Narração ▲▼ Daniel ▲▼ Vladmir ▲▼ Pensamentos
Ministerio Auror

Daniel Walker

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Re: Cela 32

Mensagem por Robert S. Winchester em Qui 16 Mar 2017, 22:40





Invasão!


Tudo que os guardas viam era um vulto se aproximando rapidamente antes do tão fatal lampejo verde, o beijo da morte, Robert fora treinado para ser efetivo e mortal em duelos. Seus mestres na época, o alto escalão do Ministério, acreditava que estavam criando um Auror perfeito, hábil em combate corporal e em duelo mágico, empurrando-o para situações onde ele tinha que matar sem hesitação para sobreviver, porém jamais devem ter imaginado que o garoto se voltaria para seus próprios interesses. Interesses diferentes de sua época de primeiro ano, quando ele sonhava com o cargo do pai da namorada, ou diferentes de quando retornara da crise dos caçadores de bruxa, quando se satisfaria com um simples cargo em Hogwarts, talvez professor de defesa contra as artes das trevas, matéria que mais gostava naquela época, ou diferente também dos interesses que abandonou meses atrás, quando decidiu que o título de Lord não lhe convinha mais.
Aquilo o fez rir, era verdade, durante os últimos três ou quatro anos Robert havia se infiltrado em meio aos Comensais, se tornando um deles e posteriormente seu líder, mas os Comensais eram criaturas fracas, de mente simplória, destinadas ao fracasso, podiam até matar um ou outro bruxo, mas era óbvio que não tinham o necessário para reinarem sobre os demais bruxos, eram servos e sempre seriam aquilo. Por tal motivo Robert decidira, ele não permitiria que um punhado de lixo se sentasse com ele novamente, ele declararia guerra contra os Comensais, os extirparia do mundo, depois faria todos se ajoelharem a ele, os Heirs of Darknesse nasciam e eles governariam todo o mundo bruxo.
Um lampejo fora a última coisa que o guarda vira, Robert parou em frente a cela e sorriu, ali estava seu primeiro servo, seu mais leal servo, Fergus havia se ajoelhado para Robert logo após a queda de Darliguv e se mostrara leal desde então, de modo que Robert sabia que poderia confiar naquele ex-comensal. Antes de se aproximar da cela Robert se jogou para o lado, bem a tempo de ver um jato de luz vermelha acertar a parede, ele se virou para o atacante rapidamente, se apoiando na parede para conseguir uma mira melhor.
- Avada...
O Auror se jogou pelo chão e agarrou o joelho do garoto, fazendo-o tombar, impossibilitando a mira, rapidamente o Auror apontou a varinha desordenadamente para Robert.
- Estupefaça.
Robert desviou o rosto no instante em que o fetiço fora conjurado, dando um soco na tempora do Auror, que afrouxou a mão levemente, Robert repetiu o golpe duas vezes até o Auror o soltar completamente, rapidamente ele rolou para o lado, mas ao tentar fazer a mira contra o Auror o mesmo segurou seu braço e desviou a mira para uma parede, antes de ser mirado Robert chutou o joelho do Auror, o que foi efetivo contra a mira do mesmo, mas não o fez soltar o braço do herdeiro da Sonserina, ao ver que o Auror não largaria seu braço Robert se jogou contra ele, levando os dois ao chão novamente.
- ESTUPEFAÇA.
O Auror gritou novamente, desta vez o lampejo passou diante dos olhos de Robert, não o acertando por pura sorte, ele precisava se livrar daquele Auror, e precisava rápido. Tentou se afastar do Auror, mas ele era mais forte, então pensou naquilo que seria sua saída, com o braço ainda sendo segurado e incapaz  de mirar no Auror, Robert tocou a ponta da varinha no chão.
- Bombarda! - a explosão arremessa os dois pelo corredor, fazendo com que uma chuva de pedregulhos os acompanhe, com os ouvidos zumbindo e sem enxergar direito, devido a fumaça causada pela explosão, Robert aponta a varinha para as pedras - Uédiuósi!
Descontroladamente e em grande velocidade uma chuva de pedras voa pelo corredor, arrancando gritos agonizantes do Auror, ele aproveitou aquele momento para se levantar, mas quando voltou sua atenção para o corredor novamente sentiu um impacto, proveniente de um soco, o arremessando para trás. Seu corpo chocou-se contra o chão duro da prisão, ele tentou se levantar mas um chute nas costelas o impediu, tateou o chão em busca de sua varinha, que lhe fugira quando recebera o primeiro golpe, mas recebera outro chute.
- Apenas aceite garoto... - o Auror falou pausadamente enquanto apontava a varinha para Robert - Você morre aqui!
Robert fechou os olhos, esperando o ataque final, mas nada ocorreu, apenas um curto estrondo, lentamente ele abriu os olhos, bem a tempo de ver Circe com metade do corpo do homem já dentro da boca, a serpente com os olhos bem fechados, Robert sorriu, no fim das contas Circe era sua serva mais leal, ele olhou ao redor e se arrastou até sua varinha, depois lançou os feitiços para a cura de seu corpo, se levantando lentamente após aquilo, apoiando-se na parede ele foi até a cela de Fergus.
- Bombarda! - ele disse explodindo a porta, depois apareceu na entrada da cela, encarando o bruxo em péssimo estado dentro da cela - Sorria Fergus... Hora de voltar a sociedade!
Poucos minutos depois Robert havia liberto todos os presos de Askaban, e Circe terminava de devorar os guardas remanescentes, após aquilo ele reuniu todos os presos na entrada de Askaban, indicou onde as vassouras eram guardadas e aguardou cada preso tomar uma vassoura.
- Não se esqueçam quem eu, Robert Slytherin Winchester, lhes dei a liberdade... E não se esqueçam que eu cobrarei tal favor no futuro!
Sem dizer mais nada Robert tocou em Circe, depois levou a varinha em sua tatuagem, no mesmo instante uma nuvem de fumaça cobriu o Basilisco, levando-o de volta para o lugar de onde fora tirado mais cedo, depois,  enquanto os demais presos montavam em vassouras e partiam, Robert retira um pequeno objeto das vestes, o objeto, totalmente embrulhado, se revelou uma pequena maçaneta, Fergus encarou o objeto e entendeu de imediato sua utilidade, então tocou no ombro de Robert, que ativou a chave do portal, desaparecendo de Askaban.


Narração ɸ ɸ ɸ Robert S. Winchester ɸ ɸ ɸ Circe, o Basilisco ɸ ɸ ɸ Auror




ɸ Slytherin ɸ

Robert S. Winchester
Monitor Sonserina
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Perfil Escolar
Nivel de Experiencia: 26
Casa:: Sonserina
Time: Morcegos de Ballycaste

Robert S. Winchester

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